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Meta busca US$ 29 bilhões em crédito privado para expandir data centers de IA nos EUA

Meta busca US$ 29 bilhões para expandir data centers de inteligência artificial, visando reposicionar a empresa como líder no setor.

Mark Zuckerberg, diretor-executivo e fundador do Facebook, fala sobre IA generativa (Foto: Bruno Rosa)
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A Meta está tentando levantar US$ 29 bilhões para construir data centers nos Estados Unidos, focados em inteligência artificial. A empresa, que controla redes sociais como Instagram e Facebook, está em negociações com grandes investidores, incluindo Apollo Global Management e KKR. O plano é conseguir US$ 3 bilhões em capital próprio e US$ 26 bilhões em dívida, com a ajuda do banco Morgan Stanley. Essa movimentação é parte de uma tendência de empresas de tecnologia que buscam recursos externos para projetos grandes. Ao mesmo tempo, o CEO Mark Zuckerberg quer reposicionar a Meta como líder em inteligência artificial, enfrentando desafios com seu modelo Llama 4 e atrasos no Behemoth. Recentemente, a Meta investiu US$ 15 bilhões na start-up ScaleAI e contratou seu CEO para liderar uma nova equipe de inteligência artificial. A empresa também está investindo em energia sustentável, comprando uma usina nuclear em Illinois e fazendo acordos para garantir energia limpa.

A Meta está em busca de US$ 29 bilhões para financiar a construção de data centers voltados para inteligência artificial nos Estados Unidos. A empresa, que controla plataformas como Instagram e Facebook, está em negociações avançadas com grandes gestoras de capital privado, como Apollo Global Management, KKR, Brookfield, Carlyle e Pimco. O plano envolve levantar US$ 3 bilhões em capital próprio e US$ 26 bilhões em dívida.

As discussões estão sendo coordenadas com o apoio do banco Morgan Stanley, que ajuda a estruturar essa captação, considerada uma das maiores do setor privado. A Meta está avaliando como tornar a dívida mais negociável, um ponto levantado por investidores interessados na operação. Essa movimentação reflete uma tendência crescente entre as grandes empresas de tecnologia em buscar recursos externos para projetos de infraestrutura em larga escala.

Reposicionamento em Inteligência Artificial

Esse esforço ocorre em um momento em que Mark Zuckerberg, CEO da Meta, busca reposicionar a empresa como líder em inteligência artificial. A companhia enfrenta desafios, como o desempenho abaixo das expectativas do modelo Llama 4 e atrasos no lançamento do modelo Behemoth. Recentemente, a Meta anunciou um investimento de US$ 15 bilhões na start-up ScaleAI e contratou seu CEO, Alexandr Wang, para liderar uma nova equipe focada em desenvolver uma inteligência artificial geral (AGI).

Além disso, a Meta está investindo em energia sustentável, com a compra de uma usina nuclear em Illinois e acordos com a Invenergy para garantir o fornecimento de energia limpa. Essa estratégia visa não apenas a expansão de suas operações, mas também um compromisso com a sustentabilidade em suas iniciativas de tecnologia.

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