Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Bolsas asiáticas alcançam maior patamar em três anos enquanto dólar cai

Bolsas asiáticas e europeias sobem com otimismo, enquanto o dólar enfrenta pressão devido a rumores sobre mudanças no Federal Reserve.

Fed propõe flexibilizar exigências de capital para grandes bancos dos EUA, diz Financial Times (Foto: Financial Times)
0:00
Carregando...
0:00

As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta sexta-feira, impulsionadas pelo otimismo em Wall Street. O índice MSCI, que não inclui o Japão, alcançou seu maior nível desde novembro de 2021. No Japão, o Nikkei 225 subiu 1,43%, atingindo o maior patamar desde janeiro, com destaque para ações de tecnologia e uma desaceleração na inflação de Tóquio. Na Coreia do Sul, o Kospi caiu 0,77%, enquanto o Hang Seng, em Hong Kong, teve uma leve queda de 0,17%. O CSI 300, que reúne ações de Xangai e Shenzhen, recuou 0,61%, mas deve fechar a semana com alta de 2,6%, a maior desde novembro, com a Xiaomi se destacando ao subir até 8% após lançar um novo SUV elétrico. Na Austrália, o S&P/ASX 200 caiu 0,43%. Na Europa, o clima era otimista, com o Stoxx 600 subindo 0,91% e setores como automotivo e de mineração em alta. O CAC 40 da França avançou 1,30%, o DAX da Alemanha subiu 0,93% e o FTSE 100 do Reino Unido teve alta de 0,53%. As ações europeias foram impulsionadas pela possibilidade de extensão dos prazos para tarifas sobre importações. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, também animou os mercados ao pedir a retirada de uma proposta de taxação sobre investidores estrangeiros. Nos Estados Unidos, os índices futuros indicavam continuidade do rali, com o S&P 500 e o Dow Jones subindo 0,23% e o Nasdaq 100 avançando 0,30%. O dólar enfrenta pressão devido a rumores sobre a possível troca do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell. A moeda americana já caiu 1,4% na semana e mais de 10% em 2025. O petróleo Brent subiu 0,58%, cotado a US$ 68,12 o barril, mas ainda acumula queda de mais de 10% na semana. O ouro caiu 1%, sendo negociado a US$ 3.294,50 a onça.

As bolsas asiáticas encerraram o pregão desta sexta-feira, 27, em alta, impulsionadas pelo otimismo em Wall Street. O índice MSCI, que exclui o Japão, atingiu seu maior nível desde novembro de 2021. No Japão, o Nikkei 225 subiu 1,43%, alcançando o maior patamar desde janeiro, impulsionado por ações de tecnologia e uma desaceleração na inflação de Tóquio.

Na Coreia do Sul, o Kospi recuou 0,77%, enquanto o Hang Seng, em Hong Kong, caiu 0,17%. O CSI 300, que reúne as principais ações das bolsas de Xangai e Shenzhen, teve uma baixa de 0,61%, mas caminha para fechar a semana com alta de 2,6%, a maior desde novembro. A Xiaomi se destacou com uma alta de até 8% após o lançamento de um novo SUV elétrico. Na Austrália, o S&P/ASX 200 caiu 0,43%.

Clima Positivo na Europa

Na Europa, o clima também era otimista no início da manhã. Por volta das 5h50 (horário de Brasília), o Stoxx 600 subia 0,91%, com os setores automotivo e de mineração ganhando 1,4% e 1,1%, respectivamente. O CAC 40, da França, avançava 1,30%, enquanto o DAX, da Alemanha, subia 0,93% e o FTSE 100, do Reino Unido, 0,53%. As ações europeias foram impulsionadas pela sinalização da Casa Branca de que os prazos para a retomada de tarifas sobre importações podem ser estendidos.

Uma declaração do secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, também animou os mercados. Ele pediu aos republicanos no Congresso a retirada da proposta de taxação retaliatória, que previa impostos adicionais sobre investidores estrangeiros. Bessent afirmou que o pedido foi feito após um acordo com os países do G7 sobre um novo arcabouço tributário global.

Expectativas nos EUA

Nos Estados Unidos, os índices futuros indicavam continuidade do rali, com o S&P 500 e o Dow Jones avançando 0,23%, enquanto o Nasdaq 100 ganhava 0,30%. Esse movimento ocorre antes da divulgação dos dados de PCE, o indicador de inflação favorito do Fed, além de números sobre renda, consumo e confiança do consumidor.

O dólar enfrenta pressão nesta sexta-feira, após relatos de que o presidente Donald Trump considera substituir Jerome Powell no comando do Federal Reserve ainda neste ano. A possibilidade de interferência política aumentou os temores sobre a independência do banco central, ampliando a pressão sobre a moeda americana, que já acumula uma queda de 1,4% na semana e mais de 10% em 2025. A expectativa de cortes adicionais de juros foi reforçada por dados econômicos abaixo do esperado e pelo avanço nas negociações comerciais entre Estados Unidos e China.

No mercado de commodities, o petróleo Brent subiu 0,58%, cotado a US$ 68,12 o barril, mas ainda acumula queda de mais de 10% na semana. O ouro caiu 1%, sendo negociado a US$ 3.294,50 a onça.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais