O dólar teve seu pior desempenho no primeiro semestre desde 1973, com uma queda significativa nesta quinta-feira. Isso se deve a comentários do presidente dos EUA, Donald Trump, que falou sobre a possibilidade de mudar o presidente do Federal Reserve, o que pode levar a uma redução nas taxas de juros e desvalorizar ainda mais a moeda americana. No Brasil, a situação é complicada pela recente derrota do governo Lula no Congresso, que derrubou um decreto que aumentava impostos. O mercado está preocupado com as contas públicas e a dificuldade do governo em aprovar suas propostas. O dólar já caiu mais de 10% em 2025, e o euro, por exemplo, está em seu nível mais alto em quase quatro anos. A desvalorização do dólar aumentou desde o início da guerra comercial de Trump, gerando incertezas sobre a economia dos EUA e fazendo investidores estrangeiros se afastarem. Enquanto isso, a economia da Europa está se recuperando, com aumento nos gastos e apoio fiscal da Alemanha.
O dólar enfrenta sua pior performance no primeiro semestre desde 1973, com uma queda acentuada nesta quinta-feira. O cenário é impulsionado por declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, que sugeriu a possibilidade de indicar um novo presidente para o Federal Reserve (Fed). Essa movimentação é vista como uma tentativa de pressionar a redução das taxas de juros, o que tende a desvalorizar a moeda americana.
No Brasil, a situação se agrava com a recente derrota do governo Lula no Congresso, que resultou na derrubada de um decreto que aumentava as alíquotas do IOF. O mercado financeiro está preocupado com a deterioração das contas públicas e a dificuldade do governo em aprovar suas pautas legislativas.
O índice do dólar, em relação às principais moedas, já acumula uma queda superior a 10% em 2025, marcando o pior desempenho em um semestre desde 1991. O euro, por exemplo, superou a marca de US$ 1,17, atingindo seu nível mais alto em quase quatro anos. O franco suíço e a libra esterlina também registraram suas melhores cotações em uma década e desde 2021, respectivamente.
A desvalorização do dólar se intensificou desde o início da guerra comercial promovida por Trump, em abril, gerando incertezas sobre as políticas econômicas dos EUA e a fuga de investidores estrangeiros. Enquanto isso, a economia europeia mostra sinais de recuperação, impulsionada por aumentos nos gastos com defesa e um robusto impulso fiscal da Alemanha.
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