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Rochas britadas oferecem solução inovadora no combate à mudança climática

Projetos de Intemperismo Aprimorado de Rochas ganham destaque ao vender créditos de carbono, com Google e startup indiana liderando iniciativas.

Rochas britadas podem ajudar a combater a mudança climática? (Foto: Adobe Stock)
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A técnica de Intemperismo Aprimorado de Rochas, ou ERW, está sendo usada em plantações ao redor do mundo para ajudar a capturar dióxido de carbono e combater a mudança climática. Recentemente, projetos de ERW começaram a vender créditos de carbono, com destaque para um acordo do Google que visa eliminar 200.000 toneladas de carbono até 2030. O ERW acelera a decomposição natural das rochas, como o basalto, que, quando moídas, aumentam a área de superfície e ajudam a capturar CO2. Um estudo mostrou que aplicar 50 toneladas de basalto por hectare pode remover 10,5 toneladas de CO2 em quatro anos, mas a eficácia pode variar. Além de capturar carbono, essa técnica pode melhorar a qualidade do solo e ajudar no crescimento das plantas. No entanto, medir a captura de carbono pode ser complicado. Projetos de ERW estão se espalhando por várias regiões, incluindo Europa, América do Norte, América Latina e Ásia. A startup indiana Mati Carbon foi premiada por suas inovações na remoção de carbono, e o Google firmou um acordo com a startup Terradot para eliminar 200.000 toneladas de carbono, mostrando o potencial econômico dessa técnica.

Seja nas plantações de açúcar no Brasil ou nas fazendas de chá na Índia, a técnica de Intemperismo Aprimorado de Rochas (ERW) está sendo utilizada para acelerar a captura de dióxido de carbono. Recentemente, projetos de ERW começaram a vender créditos de carbono, destacando-se um acordo do Google para eliminar 200.000 toneladas de carbono até 2030.

O ERW acelera um processo natural de decomposição das rochas, que captura dióxido de carbono. Essa técnica utiliza rochas de intemperismo rápido, como o basalto, moídas para aumentar a área de superfície. Um estudo indicou que a aplicação de 50 toneladas de basalto por hectare poderia remover 10,5 toneladas de CO2 em quatro anos, embora a eficácia varie conforme o tipo de cultivo e condições climáticas.

Os benefícios do ERW vão além da captura de carbono. A adição de rochas pode aumentar a alcalinidade do solo, promovendo o crescimento das plantas. Mesmo sem capturar CO2, a neutralização de ácidos no solo pode evitar a liberação de dióxido de carbono para a atmosfera. Contudo, a medição da captura de carbono é complexa e pode ser superestimada, conforme alertou Paul Nelson, cientista da James Cook University.

Os projetos de ERW estão se espalhando pelo mundo, com iniciativas na Europa, América do Norte, América Latina e Ásia. A startup indiana Mati Carbon foi premiada por suas inovações na remoção de carbono, enquanto o Google firmou um acordo com a startup Terradot para a eliminação de 200.000 toneladas de carbono, destacando o potencial econômico da técnica.

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