A Aneel, que é a agência que cuida da energia elétrica no Brasil, demitiu 145 funcionários terceirizados, o que equivale a 15% do seu total de trabalhadores. Essa decisão foi tomada por causa de um corte de 25% no orçamento para 2025, que faz parte de um bloqueio maior de R$ 31,3 bilhões imposto pelo governo. O diretor-geral da Aneel, Sandoval Feitosa, disse que essa foi uma das decisões mais difíceis que a agência já teve que tomar, já que antes eles tentavam manter os empregos. A Aneel agora tem 552 servidores e 487 terceirizados. Feitosa pediu ao governo que reavalie esse corte orçamentário, pois sem a liberação de recursos, a agência pode ter dificuldades para realizar suas funções de fiscalização e regulação, o que pode afetar serviços essenciais.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou a demissão de 145 funcionários terceirizados, o que representa 15% de sua força de trabalho, em resposta a um corte de 25% no orçamento para 2025. O bloqueio orçamentário de R$ 31,3 bilhões, determinado por decreto do governo federal, inclui R$ 38,62 milhões que afetam diretamente os recursos da agência, comprometendo a manutenção de serviços essenciais.
Durante uma reunião da diretoria, o diretor-geral, Sandoval Feitosa, destacou que essa foi uma das decisões mais difíceis enfrentadas pela Aneel. Ele explicou que, em momentos anteriores, a agência havia priorizado a manutenção de postos de trabalho, mas que, neste caso, não havia alternativa viável. A Aneel atualmente conta com 552 servidores e 487 terceirizados.
Feitosa reiterou o pedido para que o governo reavalie o corte orçamentário. A Aneel enviou um ofício ao Ministério do Planejamento e Orçamento solicitando a liberação de parte dos recursos bloqueados. O diretor-geral enfatizou que, sem a recomposição orçamentária, outras atividades regulatórias e de fiscalização poderão ser comprometidas, afetando o funcionamento da agência.
A situação financeira da Aneel já impacta suas operações, e a demissão dos terceirizados é apenas uma das medidas adotadas para enfrentar a crise. A agência alerta que, sem a liberação dos recursos, a continuidade de serviços essenciais pode estar em risco.
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