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Negociações sobre cognac com a China avançam, afirma ministro francês do Comércio

Cognac francês enfrenta crise com investigações antidumping da China, que pode elevar tarifas em mais de 30% e afetar 25% das exportações.

Foto: Reprodução
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A indústria do cognac francês está enfrentando uma crise devido a investigações da China sobre as importações de brandys europeus. O ministro Saint-Martin disse que as negociações com a China estão em andamento, mas a situação piora, com a possibilidade de um aumento nos preços de 12% a 16% e a China considerando elevar os direitos de importação em mais de 30%. Desde o outono, os importadores precisam depositar garantias junto às autoridades chinesas, complicando ainda mais as coisas. Saint-Martin ressaltou a importância de tratar todas as empresas de cognac de forma justa, já que a China representa 25% das exportações do setor. O presidente do BNIC, Florent Morillon, expressou preocupação com a urgência da situação, afirmando que as empresas já enfrentam dificuldades por causa de um conflito diplomático que não deveriam ter que lidar. O governo francês está sendo pressionado a agir rapidamente para proteger os interesses do setor.

O setor de cognac francês enfrenta uma crise iminente devido a investigações antidumping da China sobre as importações de brandys europeus. O ministro Saint-Martin informou que as negociações com as autoridades chinesas estão em andamento, mas a situação se agrava. A China deve divulgar, em 5 de julho, os resultados de sua investigação, que é uma retaliação a ações da União Europeia sobre veículos elétricos.

As discussões incluem a possibilidade de um aumento de preços de 12% a 16% para os produtos, enquanto a China considera elevar os direitos de importação em mais de 30%. Desde o outono, importadores têm sido obrigados a depositar garantias junto às autoridades alfandegárias chinesas, complicando ainda mais a situação.

Negociações em Andamento

Saint-Martin destacou que, apesar de ainda não haver um acordo final, as conversas estão progredindo. Ele enfatizou a necessidade de que todas as empresas de cognac, incluindo pequenas e médias, sejam tratadas de forma equitativa. A China representa 25% das exportações de cognac francês, tornando a resolução dessa questão crucial para o setor.

O presidente do BNIC, Florent Morillon, expressou preocupação com a urgência da situação. Ele afirmou que as empresas já enfrentam dificuldades devido a um conflito diplomático que não deveriam ter enfrentado. A pressão para resolver a questão é intensa, e o governo francês está sendo instado a agir rapidamente para proteger os interesses do setor.

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