A Pacific Coast Producers, uma cooperativa agrícola da Califórnia, está enfrentando um aumento nos custos devido a tarifas sobre aço e alumínio, que podem elevar os gastos com latas em até 40 milhões de dólares. Desde 2018, as latas se tornaram a maior despesa da cooperativa, superando os custos com pêssegos, peras e tomates. Essas tarifas, impostas pelo governo Trump, afetam a indústria de alimentos, já que 80% do aço usado nas latas é importado. O CEO Matt Strong disse que, se os preços das latas subirem, a cooperativa pode repassar esse custo aos varejistas, resultando em um aumento de 10 centavos por lata para os consumidores. As latas representam 30% dos custos de produção da cooperativa, um aumento em relação aos 15% de 2018. A cooperativa, que gera 1,1 bilhão de dólares em receita anual, pode ter dificuldades para competir com produtos importados mais baratos. Enquanto isso, fabricantes de aço e o governo defendem as tarifas como proteção contra concorrência desleal, mas a indústria de alimentos argumenta que isso eleva os preços. Desde a imposição das tarifas, a produção de aço estanhado nos EUA caiu, levando várias fábricas a fechar. O aumento nos preços das latas também faz com que empresas considerem alternativas de embalagem, como a Coca-Cola, que pode mudar para embalagens plásticas se os custos do alumínio continuarem a subir. A incerteza no setor gera preocupações sobre o futuro das operações e a capacidade de manter preços acessíveis.
A Pacific Coast Producers, cooperativa agrícola da Califórnia, enfrenta um aumento significativo nos custos devido a tarifas sobre aço e alumínio, que podem elevar os gastos com latas em até US$ 40 milhões. Desde 2018, as latas se tornaram a maior despesa da cooperativa, superando os custos com pêssegos, peras e tomates.
As tarifas, impostas pelo governo Trump, afetam diretamente a indústria de alimentos e bebidas. Cerca de 80% do aço estanhado usado nas latas de alimentos é importado, e a dependência de alumínio virgem também é alta. O CEO Matt Strong afirmou que, se os preços das latas aumentarem, a cooperativa poderá repassar esse custo aos varejistas, resultando em um possível aumento de US$ 0,10 por lata para os consumidores.
Embora a Pacific Coast Producers tenha garantido suprimentos antecipadamente, a continuidade das tarifas pode impactar sua operação. Strong destacou que as latas representam 30% dos custos de produção, um aumento em relação aos 15% de 2018. A cooperativa, que gera US$ 1,1 bilhão em receita anual, pode enfrentar dificuldades para competir com produtos importados mais baratos.
A situação é complexa, pois fabricantes de aço e o governo defendem as tarifas como proteção contra concorrência desleal. No entanto, a indústria de alimentos argumenta que essas medidas elevam os preços e dificultam a competitividade. Desde a imposição das tarifas, a produção de aço estanhado nos EUA caiu drasticamente, com várias fábricas fechando.
Além disso, o aumento nos preços das latas tem levado empresas a considerar alternativas de embalagem. O CEO da Coca-Cola mencionou a possibilidade de migrar para embalagens plásticas caso os custos do alumínio continuem a subir. A incerteza no setor tem gerado preocupações sobre o futuro das operações e a capacidade de manter preços acessíveis para os consumidores.
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