A Fapes, fundo de previdência dos funcionários do BNDES, está vendendo sua participação de 4,5% no Porto Itapoá para a Contrasa, uma empresa que vende caminhões. O Porto Itapoá, que começou a operar em 2011 e é especializado em cargas de contêineres, está passando por uma expansão que deve durar dois anos. Em 2022, o terminal teve uma receita líquida de R$ 1,2 bilhão e um lucro de R$ 484,5 milhões. A Fapes tinha sua participação por meio da Portinvest, que controla 70% do terminal, enquanto a Maersk possui os outros 30%. Essa venda faz parte de uma reavaliação da carteira de investimentos da fundação.
A Fapes, fundo de previdência dos funcionários do BNDES, está se desfazendo de sua participação no Porto Itapoá, localizado em Santa Catarina. O fundo, que detinha 4,5% do terminal por meio do FIP Empreendedor Brasil, está vendendo suas cotas para a Contrasa, empresa curitibana especializada na venda de caminhões.
O Porto Itapoá, que iniciou suas operações em 2011, é conhecido por sua especialização em cargas de contêineres. O terminal possui um pátio de 455 mil metros quadrados e capacidade para 34 mil contêineres. Recentemente, o terminal começou uma expansão que deve durar dois anos. Em 2022, a receita líquida do terminal alcançou R$ 1,2 bilhão, quase o dobro do ano anterior, enquanto o lucro líquido foi de R$ 484,5 milhões.
A participação da Fapes no Porto Itapoá era indireta, através da Portinvest, que controla 70% do terminal, enquanto a gigante Maersk possui 30%. A venda das cotas representa uma mudança significativa na estratégia de investimento da fundação, que busca reavaliar sua carteira de ativos.
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