A Aneel aprovou um aumento médio de 2,02% nas tarifas da Copel, distribuidora de energia. O reajuste é principalmente devido a um aumento de 4,30% na Parcela A, que inclui encargos e transporte, causado por um crescimento de 5,79% nos custos setoriais, embora tenha havido uma redução de 2,46% nos custos de transporte. Além disso, a Copel vai devolver cerca de R$ 864,5 milhões em créditos de PIS/Cofins. A Parcela B, que cobre custos operacionais, contribuiu com 1,27% para o reajuste, refletindo uma alta de 5,44% do IPCA. O “Fator X” teve um impacto negativo de -0,03%, e outros fatores também influenciaram o novo valor das tarifas.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou um reajuste médio de 2,02% nas tarifas da Copel, distribuidora de energia do grupo. O anúncio foi feito nesta terça-feira, em comunicado ao mercado, e reflete a necessidade de ajustes devido a custos setoriais.
O aumento de 4,30% na Parcela A é o principal responsável pelo reajuste, que abrange encargos, transporte e energia. Esse incremento é atribuído ao aumento de 5,79% nos custos dos encargos setoriais, especialmente da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), embora tenha sido parcialmente compensado pela redução de 2,46% nos custos de transporte.
Devolução de Créditos
Além do reajuste, a Copel informou que a devolução de aproximadamente R$ 864,5 milhões referente a créditos de PIS/Cofins também foi considerada no processo tarifário. A Parcela B, que inclui custos operacionais e depreciação, contribuiu com 1,27% para o efeito médio do reajuste, refletindo a alta acumulada de 5,44% do IPCA.
A empresa destacou que o “Fator X” teve um impacto negativo de -0,03%, além de abatimentos relacionados a outras receitas, como Excedente de Reativos (ER) e Ultrapassagem de Demanda (UD). Esses fatores foram fundamentais para a definição do novo patamar tarifário da Copel, que já havia enfrentado ajustes anteriores sob a regulação da Aneel.
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