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Mini-índice (WINM25) apresenta pontos de suporte e resistência nesta segunda-feira

Ibovespa cai com tensões no Oriente Médio; setor de serviços avança, mas PIB pode desacelerar. Atenção para decisões de juros na Super Quarta.

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Na sexta-feira, 13 de outubro, o Ibovespa caiu 0,43%, fechando a 137.212 pontos, devido ao aumento das tensões no Oriente Médio, especialmente com os ataques de Israel ao Irã. Isso elevou os preços do petróleo e gerou preocupações sobre a inflação global, afetando também as bolsas nos Estados Unidos e na Europa. Apesar da queda no dia, o Ibovespa teve uma alta acumulada de 0,82% na semana, após três semanas de perdas. O dólar subiu levemente 0,01%, enquanto os contratos de DI caíram em um ambiente cauteloso. O setor de serviços no Brasil cresceu 0,2% em abril, indicando uma desaceleração no consumo e expectativas de um PIB mais fraco. Os contratos do mini-índice fecharam em queda de 0,64%, com a pressão vendedora aumentando e a região de suporte sendo monitorada. A análise técnica mostra resistência em 137.500/137.950 e um cenário de disputa entre compradores e vendedores, com o Índice de Força Relativa em 48,47, indicando uma zona neutra. A atenção dos investidores está voltada para os desdobramentos geopolíticos e as decisões de juros que podem impactar o mercado.

A sexta-feira, 13 de outubro, trouxe um clima tenso aos mercados globais, refletido na queda de 0,43% do Ibovespa, que fechou aos 137.212 pontos. O índice foi impactado pelo aumento das tensões no Oriente Médio, especialmente após Israel realizar ataques ao Irã, resultando em retaliações e novas ofensivas. Esse cenário de conflito elevou os preços do petróleo, gerando preocupações sobre a inflação global e afetando negativamente as bolsas nos Estados Unidos e na Europa.

Apesar da queda no dia, o Ibovespa encerrou a semana com uma alta acumulada de 0,82%, interrompendo uma sequência de três semanas de perdas. O dólar comercial teve leve alta de 0,01%, enquanto os contratos de DI apresentaram recuo, em um ambiente ainda marcado pela cautela. Para os traders do mini-índice, o dia foi de volatilidade, mas com oportunidades em ações ligadas ao petróleo, como a Petrobras (PETR4), que subiu 2,46%.

Desempenho do Setor de Serviços

No Brasil, o setor de serviços avançou 0,2% em abril, indicando uma desaceleração no consumo e reforçando as expectativas de um PIB mais fraco no segundo trimestre. O cenário fiscal continua gerando incertezas, com investidores atentos às próximas decisões de juros, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, na chamada Super Quarta.

Os contratos do mini-índice (WINM25), com vencimento em junho, fecharam em queda de 0,64%, aos 137.285 pontos, após três dias de alta. A pressão vendedora se intensificou, com a região de suporte em 137.160/137.000 sendo monitorada de perto. Um rompimento dessa faixa pode acelerar a baixa, com alvos em 136.730/136.000.

Análise Técnica

A análise do gráfico de 15 minutos revela que o mini-índice enfrenta resistência em 137.500/137.950. Para que o ativo retome o fluxo de alta, será necessário um volume comprador significativo. No gráfico diário, a formação de um spinning top indica uma disputa entre compradores e vendedores, com o ativo ainda abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos.

O Índice de Força Relativa (IFR) está em 48,47, mantendo-se em zona neutra. A leitura do gráfico de 60 minutos confirma a correção iniciada, com o ativo fechando abaixo das médias móveis, aumentando a possibilidade de continuidade da baixa. A atenção dos investidores permanece voltada para os desdobramentos geopolíticos e macroeconômicos, que podem influenciar o comportamento do mercado nos próximos dias.

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