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Swatch Group enfrenta crise com queda de 24% nas ações e lucro reduzido em 74%

A pressão por mudanças na gestão do Swatch Group aumenta após queda de 74% no lucro e desvalorização de suas ações. Reunião do conselho se aproxima.

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O Swatch Group, que possui marcas como Omega e Tissot, está enfrentando grandes dificuldades financeiras. Suas ações caíram 24% nos últimos 12 meses e 75% na última década. Em 2024, a empresa viu seu lucro despencar 74%, totalizando 219 milhões de francos suíços. Atualmente, o valor do grupo é de 7,7 bilhões de francos suíços. A demanda por relógios suíços analógicos está diminuindo, e muitos acreditam que a gestão da empresa também é um problema. Nick Hayek, o CEO e filho do fundador, já disse que os investidores insatisfeitos podem procurar outros lugares para investir, o que gerou descontentamento. A família Hayek controla 44% dos votos da empresa. Uma reunião do conselho de administração está marcada para o dia 21, onde investidores, incluindo Steven Wood, estão pressionando por mudanças na gestão. Wood quer uma cadeira no conselho e deve fazer pressão durante o encontro.

O Swatch Group, que controla marcas renomadas como Omega e Tissot, enfrenta uma crise financeira. As ações da empresa caíram 24% nos últimos doze meses e 75% na última década, passando de quase 600 francos suíços em 2014 para 147,85 francos suíços atualmente. Em 2024, o lucro da companhia despencou 74%, totalizando 219 milhões de francos suíços.

A desvalorização das ações e a queda no lucro são atribuídas à diminuição da demanda por relógios suíços analógicos, especialmente na China, onde os consumidores estão reduzindo gastos com produtos de luxo. No entanto, analistas apontam que os problemas de gestão interna também contribuem para a crise. O CEO, Nick Hayek, que está no cargo desde 2003, provocou descontentamento ao sugerir que investidores insatisfeitos poderiam buscar alternativas.

Pressão por Mudanças

A situação levou investidores, como Steven Wood, fundador da GreenWood Investors, a exigir mudanças na gestão. Wood, que possui apenas 0,5% das ações da Swatch, busca uma cadeira no conselho de administração e pretende pressionar por reformas na reunião marcada para 21 de maio. A família Hayek, que controla 44% dos direitos de voto do grupo, enfrenta críticas crescentes sobre sua liderança.

A reunião do conselho é vista como um ponto crucial para o futuro da empresa. A pressão por mudanças na gestão pode indicar um desejo de reverter a trajetória de queda das ações e restaurar a confiança dos investidores. A expectativa é que os próximos dias sejam decisivos para o Swatch Group e sua estratégia de recuperação.

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