A associação Footwear Distributors and Retailers of America pediu ao presidente Donald Trump que isente os calçados das tarifas impostas, afirmando que esses impostos aumentam os preços e podem levar ao fechamento de empresas. Na carta, datada de 29 de abril, o grupo, que inclui marcas como Nike e Adidas, destacou que as tarifas representam uma “ameaça existencial” para a indústria de calçados nos Estados Unidos. Eles alertaram que, se a situação não mudar, trabalhadores e consumidores sofrerão. As empresas afirmaram que não conseguem absorver os custos das tarifas, que não trarão a fabricação de calçados de volta ao país, pois isso exigiria muito tempo e investimento. As tarifas mais altas afetam principalmente países como Vietnã e Indonésia, onde muitas marcas produzem seus produtos. Recentemente, Trump anunciou uma pausa de 90 dias em algumas tarifas, mas isso não aliviou as preocupações do setor.
A Footwear Distributors and Retailers of America, associação que representa fabricantes de calçados nos Estados Unidos, solicitou ao presidente Donald Trump isenções tarifárias. Em carta datada de 29 de abril, o grupo alertou que as tarifas atuais representam uma “ameaça existencial” para a indústria de calçados.
As tarifas impostas pelo governo Trump têm gerado preocupações sobre o aumento dos preços dos calçados e o fechamento de empresas. A carta, assinada por marcas como Nike, Under Armour, Puma e a subsidiária americana da Adidas, destaca que muitos fabricantes não conseguem absorver os altos custos impostos pelas tarifas.
O documento afirma que, se a situação não mudar, trabalhadores e consumidores americanos de calçados sofrerão. As empresas argumentam que as tarifas não trarão a fabricação de calçados de volta aos Estados Unidos, pois isso exigiria investimentos significativos e anos de planejamento.
Os principais fornecedores de calçados, como Vietnã e Indonésia, enfrentam algumas das tarifas mais altas. Por exemplo, metade dos calçados da Nike é fabricada no Vietnã. No mês passado, Trump anunciou uma pausa de 90 dias em algumas tarifas, incluindo as aplicadas a esses países, o que gerou reações negativas nos mercados financeiros e entre líderes empresariais.
A associação enfatiza que a indústria não tem meses para se adaptar a esse novo regime tarifário, que pode resultar em tarifas de até 220%. A situação exige ação imediata para evitar a escassez de produtos no mercado americano.
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