Morgan Stanley voltou a considerar a Taiwan Semiconductor Manufacturing (TSMC) como sua principal escolha de ações, após a forte demanda por investimentos em inteligência artificial de empresas como Meta e Microsoft. O analista Charlie Chan acredita que as ações da TSMC podem subir 42%, com um preço-alvo de NT$1.288,00, em comparação com o fechamento de NT$908,00 em 30 de abril. As ações da TSMC caíram 12% este ano, enquanto suas Receitas Americanas, negociadas na Bolsa de Nova York, tiveram uma queda de quase 13%. Chan mencionou que preocupações anteriores sobre a demanda de IA e a possibilidade de uma joint venture com a Intel foram resolvidas, o que ajudou a melhorar a perspectiva da empresa. Ele também comentou que, mesmo que haja tarifas sobre semicondutores, os custos provavelmente serão repassados aos clientes, e o investimento de US$165 bilhões da TSMC nos EUA pode aumentar as chances de isenção dessas tarifas.
Morgan Stanley voltou a destacar a Taiwan Semiconductor Manufacturing (TSMC) como sua principal escolha de ações, impulsionada pela forte demanda por investimentos em inteligência artificial (IA) de empresas como Meta e Microsoft. O analista Charlie Chan atribuiu um preço-alvo de NT$ 1.288,00, o que representa um potencial de valorização de 42% em relação ao fechamento de NT$ 908,00 em 30 de abril.
As ações da TSMC, listadas em Taiwan, caíram 12% neste ano, enquanto os recibos de depósito americano, sob o código TSM, tiveram uma queda de quase 13% no mesmo período. Chan observou que, anteriormente, três fatores preocupantes impediram que a TSMC fosse considerada a melhor ação durante a turbulência do mercado. No entanto, a recente orientação de gastos robustos em IA das chamadas “Magnificent Seven” alterou essa perspectiva.
Fatores que Influenciam a Decisão
O primeiro fator que Chan mencionou foi a incerteza sobre a sustentabilidade da demanda por IA. As declarações de Meta e Microsoft sobre a continuidade dessa demanda ajudaram a aliviar essas preocupações. Além disso, a possibilidade de uma joint venture entre TSMC e Intel foi descartada, o que pode ser benéfico para a empresa, segundo Chan. Ele destacou que a tecnologia da Intel opera de forma independente, o que torna a joint venture menos atraente para a TSMC.
Outro fator que foi eliminado é a preocupação com o impacto das tarifas dos Estados Unidos sobre semicondutores e equipamentos de fabricação. Chan acredita que, mesmo que haja tarifas, os custos serão repassados aos clientes. Ele também mencionou que o investimento de US$ 165 bilhões da TSMC nos Estados Unidos pode aumentar as chances de isenção de tarifas.
Expectativas Futuras
Chan expressou otimismo sobre uma recuperação rápida das ações da TSMC, agora que os fatores negativos foram removidos. A expectativa é que a empresa se beneficie da crescente demanda por tecnologia de IA, o que pode impulsionar sua valorização no mercado. A análise da Morgan Stanley reflete a confiança renovada na TSMC como uma das principais apostas no setor de semicondutores.
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