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Padarias na França fecham no Dia do Trabalho e afetam 12 milhões de consumidores

Padarias na França fecharam no Dia Internacional dos Trabalhadores, deixando 12 milhões sem baguetes e croissants, com perdas de até € 80 milhões.

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Cerca de 12 milhões de pessoas na França e turistas ficaram sem pão e croissants frescos no Dia Internacional dos Trabalhadores, já que as padarias não puderam abrir. Dominique Anract, presidente da confederação de padarias, expressou sua insatisfação, afirmando que as padarias são essenciais, assim como a imprensa. Ele destacou que, embora as pessoas não passem fome, é agradável comprar um pão fresco em um feriado. A baguete, que é um patrimônio cultural da Unesco desde 2022, não pôde ser vendida devido a uma nova regra que afetou cerca de 35 mil padarias, resultando em uma perda de receita estimada entre 70 e 80 milhões de euros. Nos anos anteriores, as padarias costumavam abrir normalmente nesse dia.

Cerca de doze milhões de franceses e turistas ficaram sem a tradicional baguete e croissants frescos nesta quinta-feira, Dia Internacional dos Trabalhadores. As padarias não puderam abrir, resultando em uma perda de receita estimada entre 70 e 80 milhões de euros. A confederação nacional do setor lamentou a situação.

Dominique Anract, presidente da confederação francesa de padarias e confeitarias, afirmou à rádio Europe 1 que a situação é anormal. Ele destacou que as padarias são consideradas essenciais, assim como a imprensa. Anract mencionou que os doze milhões de clientes que frequentam as padarias diariamente não passarão fome, mas a experiência de comprar um pão fresco em um feriado é apreciada.

A baguete foi reconhecida como patrimônio cultural imaterial da Unesco em 2022. No ano anterior, uma brecha legal permitiu que algumas padarias abrissem, mas isso resultou em controles rigorosos pela inspeção do trabalho. Historicamente, as padarias operavam normalmente no Dia Internacional dos Trabalhadores.

O fechamento afetou cerca de trinta e cinco mil padarias em todo o país. Anract enfatizou que a prática de trabalhar no Primeiro de Maio não apresentava problemas há cem anos. A situação deste ano gerou um impacto significativo no setor, refletindo a importância das padarias na cultura e na economia francesa.

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