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Preços da carne bovina caem no primeiro trimestre de 2025 após altas em 2024

Os preços da carne bovina caíram no início de 2025, após altas significativas no último trimestre de 2024. Enquanto cortes traseiros e dianteiros apresentaram quedas de 1,86% e 1,28%, respectivamente, outros itens da cesta básica também mostraram deflação. O óleo de soja, o feijão e o arroz tiveram recuos, mas o tomate disparou com uma alta de 52,90%. A cesta de 35 produtos encerrou o período com um aumento de 2,26%, refletindo a volatilidade do mercado.

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Os preços da carne bovina caíram no primeiro trimestre de 2025, com uma redução de 1,86% no corte traseiro e 1,28% no corte dianteiro. A maior queda foi em março, quando o corte traseiro teve uma baixa de 3,40%. Essas quedas ocorreram após aumentos significativos no final de 2024, quando os preços subiram 25,25% para cortes dianteiros e 20,05% para cortes traseiros, devido a queimadas e aumento da demanda. Além da carne, outros itens da cesta básica também tiveram deflação, como o óleo de soja, feijão e arroz. No entanto, o tomate teve um aumento expressivo de 52,90%. A cesta de 35 produtos, no geral, encerrou o período com alta de 2,26%.

Os preços da carne bovina apresentaram recuo no primeiro trimestre de 2025, conforme estudo da Associação de Supermercados, AbrasMercado. O corte traseiro teve uma queda de 1,86%, enquanto o corte dianteiro registrou baixa de 1,28%. A retração foi mais acentuada em março, com o traseiro caindo 3,40%.

Esse movimento de queda ocorre após um período de altas significativas no último trimestre de 2024, quando os preços aumentaram 25,25% para cortes dianteiros e 20,05% para cortes traseiros. As elevações anteriores foram impulsionadas por queimadas, aumento das exportações e maior demanda interna.

Além da carne bovina, outros itens da cesta básica também apresentaram deflação no trimestre. O óleo de soja caiu 4,77%, o feijão 3,93% e o arroz 3,91%. No grupo de hortifrutigranjeiros, a batata teve a maior queda, com 14,77% de retração.

Apesar da deflação em diversos produtos, a cesta de 35 produtos encerrou o período com alta de 2,26%. O tomate, por outro lado, liderou as altas, com um aumento expressivo de 52,90%, seguido pelos ovos, que subiram 31,70%.

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