A Pemex, petrolera estatal do México, teve um início de ano difícil, registrando uma perda líquida de 43,3 bilhões de pesos, cerca de 2,2 bilhões de dólares, no primeiro trimestre de 2025. A empresa atribuiu essa perda à queda nas vendas, aumento de despesas e impostos. A dívida total da Pemex subiu para mais de 101 bilhões de dólares, um aumento em relação aos 97,6 bilhões de dólares no final de 2024. Apesar do apoio financeiro do governo, a situação financeira da empresa continua complicada. Os ganhos da Pemex caíram 2,5% em relação ao ano anterior, totalizando 395,6 bilhões de pesos, devido à redução na venda de petróleo. O custo de vendas diminuiu 13% por conta da eliminação de certos direitos de extração. A empresa pagou 57,1 bilhões de pesos em impostos, um aumento significativo em relação ao ano passado, quando foi isenta de alguns tributos. O novo regime fiscal simplificou os pagamentos da Pemex, mas a produção de hidrocarbonetos caiu 11% no último trimestre de 2024, devido a problemas operacionais e climáticos. Para tentar reverter essa situação, a Pemex planeja firmar pelo menos 17 contratos com empresas privadas para exploração e produção de petróleo neste ano.
Pemex, a petrolera estatal mexicana, começou o ano de 2025 enfrentando sérios problemas financeiros. No primeiro trimestre, a empresa registrou uma perda líquida de 43,3 bilhões de pesos, equivalente a cerca de 2,2 bilhões de dólares. O relatório financeiro, enviado à Bolsa de Valores, atribui essa queda a uma redução nas vendas, aumento nos gastos administrativos, maior custo financeiro e pagamento de impostos.
Comparado ao mesmo período de 2024, quando a empresa teve um lucro de 4,7 bilhões de pesos, o resultado atual é alarmante. A dívida total da Pemex subiu de 97,6 bilhões de dólares no final de 2024 para mais de 101 bilhões de dólares em março de 2025. Apesar das capitalizações diretas do governo, a situação financeira da empresa continua crítica.
O diretor corporativo de Planejamento, Coordenação e Desempenho, Jorge Alberto Aguilar, afirmou que a Pemex buscará garantir sua viabilidade através de um novo regime fiscal. Este modelo visa simplificar os pagamentos ao Estado, reduzindo a quantidade de tributos a um único imposto, o Direito Petrolero para o Bem-Estar, que corresponde a 30% da produção e 11,63% para o gás não associado.
Os receitas da empresa caíram 2,5%, totalizando 395,6 bilhões de pesos, devido à diminuição no volume de petróleo comercializado. O custo de vendas, por outro lado, teve uma redução de 13%, em parte devido à eliminação dos direitos de extração a partir de 2025.
Durante o primeiro trimestre, a Pemex pagou 57,1 bilhões de pesos em impostos e direitos, um aumento significativo em relação aos 31,9 bilhões de pesos pagos no mesmo período de 2024. Essa diferença se deve à isenção de impostos concedida pelo governo no ano anterior.
A produção de hidrocarbonetos caiu 11%, totalizando 1,6 milhão de barris diários no quarto trimestre de 2024. Essa queda é atribuída à declinação de campos maduros e a atrasos na finalização de poços. Para reverter essa tendência, a Pemex planeja conceder pelo menos 17 contratos com empresas privadas para exploração e produção de petróleo ao longo do ano.
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