Miguel Gutierrez, ex-CEO da Americanas, foi acusado pelo Ministério Público Federal de liderar uma fraude bilionária na empresa, que envolveu manipulação de informações financeiras. Um laudo da Polícia Federal mostrou que ele mentiu em depoimentos, dizendo que começou a vender ações em 2016, quando na verdade isso aconteceu em 2019, durante o aumento da fraude. Gutierrez também afirmou ter vendido ações no final de 2022 para pagar uma dívida de R$ 7,9 milhões, mas vendeu R$ 158 milhões em ações, levantando dúvidas sobre suas intenções. As investigações continuam e a Polícia Federal está analisando as movimentações financeiras dele e de outros envolvidos.
Miguel Gutierrez, ex-CEO da Americanas, foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) em março por liderar uma fraude bilionária na empresa. O esquema envolveu a manipulação de informações financeiras, conforme apurado nas investigações.
Um laudo da Polícia Federal (PF) revelou que Gutierrez fez declarações falsas em seus depoimentos. Ele alegou ter iniciado a venda de ações da varejista em 2016, mas a PF confirmou que isso ocorreu apenas em 2019, quando a fraude se intensificou.
Além disso, Gutierrez afirmou ter vendido ações no segundo semestre de 2022 para quitar uma dívida de R$ 7,9 milhões. No entanto, ele vendeu R$ 158 milhões em ações, levantando suspeitas sobre suas intenções e a veracidade de suas declarações.
As investigações continuam, e a PF segue analisando as movimentações financeiras de Gutierrez e outros envolvidos no esquema. As revelações aumentam a pressão sobre o ex-CEO, que enfrenta graves acusações de fraude e manipulação de mercado.
Entre na conversa da comunidade