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Ações da Azul despencam 17,37% após captação de recursos abaixo do esperado

Ações da Azul despencam 17,37% após captação de recursos abaixo do esperado, levantando incertezas sobre reestruturação da dívida.

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As ações da Azul caíram 17,37% nesta sexta-feira, fechando a R$ 1,95, após a empresa emitir novas ações que arrecadaram menos do que o esperado. Essa queda se seguiu a uma desvalorização de 25% no dia anterior, mostrando a pressão no mercado. A XP Investimentos apontou que a baixa demanda dos acionistas resultou em uma captação modesta, com uma leve redução na relação dívida líquida/Ebitda. A diluição das ações foi de cerca de 61%, considerando arrendadores e títulos. A Genial Investimentos destacou que a captação era crucial para renegociar a dívida, mas a empresa não conseguiu os US$ 200 milhões necessários para melhorar sua liquidez, gerando incertezas sobre a reestruturação da dívida. O Banco BTG Pactual observou a falta de um investidor estratégico disposto a investir na Azul, aumentando a pressão sobre as ações. Além disso, as taxas de aluguel das ações subiram após o aumento de capital, e o BBI não acredita que o acordo de codeshare com a Gol impactará a decisão do Cade sobre a fusão entre as duas companhias.

As ações da Azul (AZUL4) sofreram uma queda de 17,37% nesta sexta-feira (25), após uma emissão de novas ações que arrecadou menos recursos do que o esperado. O valor das ações fechou a R$ 1,95, refletindo preocupações sobre a situação financeira da companhia aérea.

A queda se seguiu a uma desvalorização de cerca de 25% na véspera, evidenciando a pressão sobre o mercado. A XP Investimentos destacou que a baixa demanda dos acionistas resultou em uma captação modesta, com uma redução de apenas 0,4 vez na relação dívida líquida/Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações). A diluição total das ações atingiu aproximadamente 61%, considerando a emissão de arrendadores e a equitização de títulos.

A Genial Investimentos observou que, apesar da importância da captação para a renegociação da dívida, o resultado não atendeu às expectativas, especialmente em relação à entrada de capital novo. A companhia não conseguiu os US$ 200 milhões adicionais necessários para reforçar sua liquidez, o que levanta incertezas sobre a reestruturação da dívida.

O Banco BTG Pactual (BBI) ressaltou a falta de um investidor estratégico disposto a injetar capital na empresa, o que intensifica a pressão vendedora sobre as ações. As taxas de aluguel das ações da Azul, que já estavam sob pressão, dispararam após o aumento de capital. Em relação ao acordo de codeshare com a Gol (GOLL4), o BBI não acredita que isso impactará a decisão do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) sobre a fusão entre as duas companhias.

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