Em 2024, a maioria das empresas que mudaram de escritório em Londres, cerca de 78%, decidiu alugar mais espaço, resultando em um aumento total de 304 mil metros quadrados. Isso mostra que as empresas estão mudando suas atitudes em relação ao trabalho presencial, cinco anos após a pandemia. Dados da corretora Cushman & Wakefield indicam que, no total, 381 mil metros quadrados foram ocupados por empresas que se mudaram, apesar de 88 delas terem reduzido seu espaço. A expansão líquida foi 75% maior do que no ano anterior. O diretor da Cushman & Wakefield no Reino Unido, Ben Cullen, comentou que as empresas buscam ambientes de trabalho “mais e melhor”. Após um período de incerteza, o Morgan Stanley decidiu manter sua presença em Londres, enquanto o HSBC está reavaliando suas necessidades de espaço. Outras instituições, como Jane Street e Deutsche Bank, estão ampliando suas operações na cidade, e o JPMorgan Chase está negociando para aumentar seu espaço no distrito financeiro. A demanda por imóveis comerciais mudou, com um foco maior em áreas centrais e bem conectadas. Em 2024, o antigo distrito financeiro de Londres teve 339 locações de mais de 450 metros quadrados, representando 64% do total de transações. As empresas estão se mudando para locais mais próximos de suas antigas instalações para facilitar o deslocamento dos funcionários. Essa concentração de demanda, junto com a falta de novas ofertas, deve aumentar os aluguéis nas áreas mais conectadas. As taxas de vacância de escritórios no Reino Unido caíram no primeiro trimestre de 2024, pela primeira vez desde o início da pandemia, ficando em 8,6%, uma leve queda em relação a 8,7% no final de 2023. Essa é a primeira redução desde o primeiro trimestre de 2020, quando a taxa era de 4,6%.
Em 2024, setenta e oito por cento das empresas que mudaram de escritório em Londres optaram por alugar mais espaço, resultando em uma expansão líquida de 304 mil metros quadrados. Esse movimento reflete uma mudança nas atitudes em relação ao trabalho presencial, cinco anos após a pandemia.
Dados da corretora Cushman & Wakefield mostram que, no total, cerca de 381 mil metros quadrados foram ocupados por empresas que se mudaram. Embora oitenta e oito empresas tenham reduzido seu espaço, a expansão líquida foi setenta e cinco por cento maior em comparação ao ano anterior. O diretor de escritórios da Cushman & Wakefield no Reino Unido, Ben Cullen, destacou que as empresas estão buscando “mais e melhor” em seus ambientes de trabalho.
Após anos de incerteza, o Morgan Stanley decidiu manter sua presença em Londres, enquanto o HSBC reavaliou sua necessidade de espaço. Outras instituições, como Jane Street e Deutsche Bank, também estão ampliando suas operações na cidade. O JPMorgan Chase está em negociações para aumentar seu espaço no distrito financeiro.
Mudanças na Demanda
A demanda por imóveis comerciais mudou desde a pandemia, com um foco crescente em áreas centrais e bem conectadas. Em 2024, o antigo distrito financeiro de Londres registrou 339 locações de mais de quatrocentos e cinquenta metros quadrados, representando sessenta e quatro por cento do volume total de transações.
As empresas estão se mudando para locais mais próximos de suas antigas instalações, buscando minimizar o impacto nos deslocamentos dos funcionários. Essa concentração de demanda, aliada à escassez de novas ofertas, deve elevar os aluguéis nas áreas mais conectadas.
Taxas de Vacância
As taxas de vacância de escritórios no Reino Unido caíram no primeiro trimestre de 2024, pela primeira vez desde o início da pandemia. A taxa nacional ficou em oito vírgula seis por cento, uma leve queda em relação aos oito vírgula sete por cento do final de 2023. Essa é a primeira redução desde o primeiro trimestre de 2020, quando a taxa era de quatro vírgula seis por cento.
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