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Investimentos em transição energética no Brasil enfrentam desafios regulatórios e incertezas de mercado

Investimentos em transição energética no Brasil enfrentam riscos regulatórios, mas 64% dos executivos já apostam em eficiência energética.

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Investimentos em transição energética no Brasil estão enfrentando dificuldades, principalmente por causa de riscos regulatórios, segundo uma pesquisa da KPMG. A pesquisa mostra que 36% dos executivos brasileiros veem esses riscos como o maior obstáculo para investir no setor, embora 64% já estejam aplicando recursos em eficiência energética. Em 2024, os investimentos variaram entre US$ 10 milhões e US$ 1 bilhão. Os investidores estão preocupados com possíveis mudanças nas políticas do governo que podem afetar seus planos. Além disso, 28% dos executivos mencionaram incertezas sobre tecnologias e 26% citaram a volatilidade do mercado como problemas. A especialista da KPMG, Nelmara Arbex, destaca que é essencial ter um plano claro do governo para atrair investimentos, especialmente em áreas como hidrogênio verde. A pesquisa também indica que quase 60% dos investidores acreditam que a precificação de carbono e subsídios são importantes para estimular projetos de transição energética. Nos últimos dois anos, 64% dos executivos investiram em eficiência energética, seguidos por 52% em armazenamento de energia e 50% em transporte, embora 26% ainda coloquem dinheiro em combustíveis fósseis. O estudo revela que 26% dos investidores brasileiros não investem em energia fóssil, um pouco acima da média global, o que sugere uma visão positiva para o futuro da transição energética no Brasil.

Investimentos em transição energética no Brasil enfrentam barreiras regulatórias. Uma pesquisa da KPMG aponta que 36% dos executivos brasileiros consideram os riscos regulatórios o principal obstáculo para investir no setor. O estudo global “Perspectivas de Investimento na Transição Energética: 2025 em diante” revelou ainda que 64% já investem em eficiência energética.

Cifras de investimento atingiram entre US$ 10 milhões e US$ 1 bilhão em 2024. A pesquisa da KPMG, lançada em fevereiro, mapeou a opinião de 1,4 mil executivos de 37 países, incluindo o Brasil. Investidores brasileiros temem que mudanças nas políticas governamentais interrompam planos de longo prazo.

Incertezas tecnológicas e volatilidade do mercado também preocupam. Além dos riscos regulatórios, 28% dos executivos citaram incertezas sobre o desempenho de tecnologias e 26% a volatilidade do mercado como obstáculos. A sócia-líder de ESG da KPMG para Américas, Nelmara Arbex, ressalta a importância de um cenário mais seguro para investimentos de longo prazo.

Políticas públicas estáveis são cruciais para atrair investimentos. Arbex enfatiza que a definição de um plano claro por parte do governo é fundamental. “Se o Brasil não decide que será um grande player na área de hidrogênio verde, as regulamentações para apostar nesse mercado também não são definidas”, explica.

Precificação de carbono e subsídios são considerados importantes. Quase seis em cada dez investidores brasileiros acreditam que a precificação de carbono e os subsídios são cruciais para incentivar investimentos em projetos de transição energética. A pesquisa destaca a necessidade de parcerias entre o setor público e privado.

Eficiência energética lidera os investimentos. Nos últimos dois anos, 64% dos executivos brasileiros investiram em eficiência energética, seguido por armazenamento de energia e infraestrutura de rede (52%) e transporte (50%). Apesar disso, 26% dos investidores ainda alocam recursos em combustíveis fósseis.

Investimento exclusivo em fontes renováveis cresce. O estudo aponta que 26% dos investidores brasileiros não investem em energia fóssil, um número ligeiramente acima da média global de 25%. A especialista da KPMG destaca que essa tendência indica uma projeção otimista para o futuro da transição energética no país.

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