O combustível sustentável de aviação, conhecido como SAF, está começando a ser utilizado no Brasil. A empresa Vibra começou a importar SAF em grande quantidade, trazendo 550 mil litros, o que é suficiente para abastecer mil voos com uma mistura de 10%. A Petrobras também está se preparando para oferecer SAF até junho de 2025, enquanto a Be8, que está investindo em uma planta no Paraguai, planeja começar a vender o produto em 2028. O SAF é três vezes mais caro que o combustível comum, o que dificulta sua adoção. A Petrobras já fez testes para produzir SAF, mas o método que está usando ainda não é reconhecido como SAF pela legislação brasileira. A Be8, por sua vez, decidiu iniciar suas operações no Paraguai devido a questões de competitividade e está investindo um bilhão de dólares. A legislação brasileira exige que as companhias aéreas reduzam suas emissões em 1% até 2027, aumentando para 10% em 2037.
O combustível sustentável de aviação (SAF) começa a ganhar espaço no Brasil, com a Vibra iniciando a importação em escala comercial. A Petrobras planeja oferecer o produto até junho de 2025, enquanto a Be8 investe em uma planta no Paraguai, com previsão de comercialização em 2028.
A Vibra importou 550 mil litros de SAF, suficientes para abastecer mil voos com uma mistura de 10%. O vice-presidente da empresa, Marcelo Bragança, afirmou que estão em negociações para suprir rotas com o produto. No entanto, o SAF é três vezes mais caro que o combustível convencional, o que dificulta sua adoção.
A Petrobras, que estuda combustíveis sustentáveis desde 2004, está desenvolvendo projetos para a produção de SAF por coprocessamento. A empresa já realizou testes em refinarias e planeja oferecer o produto em escala comercial. Contudo, o coprocessamento ainda não é reconhecido como SAF pela legislação brasileira.
A Be8, com sede no Rio Grande do Sul, optou por iniciar suas operações no Paraguai devido à competitividade. O investimento totaliza US$ 1 bilhão. A falta de políticas públicas adequadas no Brasil é um desafio, segundo o presidente da Be8, Erasmo Carlos Battistella. A legislação atual exige que as aéreas reduzam suas emissões em 1% até 2027, aumentando para 10% em 2037.
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