Um acionista minoritário da PDG, Luciano Faria Carvalho, entrou com uma ação na Justiça de São Paulo para parar um aumento de capital de R$ 16 milhões, afirmando que isso favorece um grupo pequeno e ignora o plano de recuperação da empresa. Carvalho, que possui 2,5% das ações, diz que a conversão de dívidas em ações prejudicaria os outros acionistas e credores. A operação envolve R$ 5 milhões em notas comerciais da GB Securitizadora, que foram avaliadas em R$ 8,1 milhões na conversão. O advogado de Carvalho argumenta que não há razão para antecipar o resgate das notas, que têm garantias reais. Os outros R$ 7,95 milhões são dívidas com a família Ferrarini, cujos detalhes não foram revelados pela PDG. A empresa está avaliada em menos de R$ 12 milhões, e o aumento de capital poderia reduzir a participação dos acionistas atuais pela metade. Os acionistas têm até 13 de maio para exercer seu direito de preferência na capitalização, que está acima do valor de mercado das ações. O advogado destaca que a emissão de ações deveria ser aprovada pelos credores até outubro de 2026, conforme o plano de recuperação. A Geribá Investimentos, que tem participação na PDG, é acusada de conflito de interesses devido à influência de seus conselheiros nas decisões da empresa. A PDG não comentou sobre a ação judicial, e a Geribá e os representantes da família Ferrarini não responderam aos pedidos de comentário.
Um acionista minoritário da PDG, Luciano Faria Carvalho, entrou com uma ação na Justiça de São Paulo para suspender um aumento de capital de R$ 16 milhões, alegando que a operação favorece um grupo restrito e desrespeita o plano de recuperação judicial da empresa. Carvalho, que possui 2,5% do capital da incorporadora, argumenta que a conversão de dívidas em ações prejudicaria os demais acionistas e credores.
A operação inclui R$ 5 milhões em notas comerciais da GB Securitizadora, que foram avaliadas em R$ 8,1 milhões na conversão. O advogado de Carvalho, Stéfano Soares Faria, afirma que não há justificativa para antecipar o resgate das notas, que possuem garantias reais. Os outros R$ 7,95 milhões referem-se a dívidas com a família Ferrarini, cujos detalhes não foram informados pela PDG.
Atualmente, a PDG está avaliada em menos de R$ 12 milhões, e o aumento de capital poderia diluir a participação dos acionistas atuais a menos da metade. Os acionistas têm até 13 de maio para exercer seu direito de preferência na capitalização, que está acima do valor de mercado das ações. Faria destaca que a emissão de ações deveria ser aprovada pelos credores até outubro de 2026, conforme o plano de recuperação.
A Geribá Investimentos, que possui participação na PDG, é acusada de ter conflito de interesses devido à influência de seus conselheiros nas decisões da empresa. A PDG não comentou a ação judicial, enquanto a Geribá e os representantes da família Ferrarini não responderam aos pedidos de comentário.
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