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Florence Coiffard enfrenta a falência de sua empresa e a dor da liquidação judicial

Florence Coiffard, após declarar falência de sua empresa, busca reerguer-se no setor vinícola, mantendo a confiança de vignerons.

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Florence Coiffard, que trabalha com vinhos e criou a empresa SARL Cléonie, anunciou em 2023 que não conseguia mais pagar suas dívidas, resultando em um depósito de balanço e uma grande dívida. Sua plataforma “Papilles & Pupilles”, que conectava vinicultores e profissionais do setor de restaurantes, teve problemas financeiros, acumulando um milhão de euros em perdas e deixando muitos fornecedores sem receber. A empresa teve um faturamento de 2,6 milhões de euros, mas enfrentou dificuldades devido ao aumento dos custos de produção e à queda nas vendas durante o fechamento dos restaurantes. Coiffard disse que não conseguia mais cobrir os custos operacionais e que a decisão de liquidar a empresa foi difícil, mas necessária. Apesar da situação, ela ainda conta com a confiança de vários vinicultores e pretende continuar seu trabalho no setor, afirmando que sua experiência permanece e que continuará a apoiar os produtores de vinho. Ela também esclareceu que seu marido, o sommelier David Biraud, não teve papel na gestão da empresa. Coiffard expressou compreensão pela frustração de alguns vinicultores, destacando que a situação é complexa e dolorosa para ela. Ela está determinada a apresentar um plano para quitar as dívidas e seguir promovendo as vinícolas.

Florence Coiffard, agente de domínios vinícolas e criadora da SARL Cléonie, declarou a cessação de pagamentos em 2023, resultando em um depósito de balanço e uma dívida significativa. Sua plataforma “Papilles & Pupilles”, que conectava vignerons e profissionais do setor CHR, enfrentou dificuldades financeiras, acumulando R$ 1 milhão em perdas e deixando centenas de milhares de euros em dívidas.

A empresa, que alcançou R$ 2,6 milhões em faturamento, sofreu com a inflação nos custos de produção e a queda nas vendas durante os meses de fechamento dos estabelecimentos CHR. Coiffard afirmou que suas margens não eram mais suficientes para cobrir os custos operacionais. A decisão de solicitar a liquidação judicial foi dolorosa, mas necessária, segundo a empresária.

Apesar da situação, Coiffard mantém a confiança de vários vignerons, afirmando que continuará suas atividades. Ela destacou que sua experiência no setor permanece intacta e que continuará a apoiar os produtores de vinhos. A agente também esclareceu que seu marido, o sommelier David Biraud, não teve participação na gestão da empresa.

Florence Coiffard expressou sua compreensão pela frustração de alguns vignerons, ressaltando que a realidade da liquidação é complexa e um drama pessoal e profissional. Ela está determinada a apresentar um plano para quitar as dívidas e seguir promovendo as vinícolas e seus produtos.

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