Um levantamento da Quantum Finance mostrou as dez empresas brasileiras com os maiores dividend yields entre abril de 2024 e março de 2025. A SYN Prop & Tech lidera com um impressionante 59,43%, oferecendo um retorno de cerca de R$ 5,9 mil em proventos para um investimento de R$ 10 mil, além de uma valorização de 36,78% nas ações. Em segundo lugar, a Allied Brasil teve um dividend yield de 34,7%, resultando em R$ 3,4 mil em proventos, mas suas ações caíram 2,86%. A Embpar ficou em terceiro com um yield de 23,99%, gerando R$ 2,4 mil em proventos, embora suas ações tenham desvalorizado 22,79%. A Petrobras também se destacou, com a ação preferencial (PETR4) em quarto lugar, apresentando um yield de 21,23%, enquanto a ordinária (PETR3) ficou em sétimo com 19,29%. Ambas as ações valorizaram durante o período. Valter Bianchi, da Fundamenta Investimentos, alerta que o dividend yield não deve ser a única métrica a ser considerada, pois é importante avaliar a saúde financeira da empresa e seu nível de endividamento, já que empresas com dívidas altas podem reduzir a distribuição de dividendos no futuro.
Um levantamento da Quantum Finance revelou as dez empresas brasileiras com os maiores dividend yields (DY) entre abril de 2024 e março de 2025. A SYN Prop & Tech (SYNE3) lidera o ranking com um impressionante DY de 59,43%, destacando-se em um ano de juros elevados e desafios econômicos. O estudo incluiu apenas ações que foram negociadas todos os dias úteis do período.
A SYN Prop & Tech, que atua no setor imobiliário comercial, proporcionou um retorno de aproximadamente R$ 5,9 mil em proventos brutos para um investimento de R$ 10 mil. Além disso, suas ações valorizaram 36,78% no mesmo intervalo. Em segundo lugar, a Allied Brasil (ALLD3) apresentou um DY de 34,7%, gerando R$ 3,4 mil em proventos, embora suas ações tenham desvalorizado 2,86%.
A Embpar (EPAR3) ficou em terceiro lugar com um DY de 23,99%, resultando em R$ 2,4 mil em proventos, mas suas ações caíram 22,79%. A Petrobras também se destacou, com a ação preferencial (PETR4) em quarto lugar, apresentando um DY de 21,23%, enquanto a ordinária (PETR3) ficou em sétimo com 19,29%. Ambas as ações valorizaram durante o período.
Valter Bianchi, sócio fundador da Fundamenta Investimentos, alerta que o dividend yield não deve ser a única métrica analisada. Ele recomenda avaliar a situação financeira da empresa e seu nível de endividamento, pois empresas com dívidas elevadas podem reduzir a distribuição de dividendos no futuro.
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