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BTG Pactual adquire unidade de gestão de fortunas da JGP e amplia ativos para R$ 120 bilhões

BTG Pactual expande sua atuação ao adquirir a divisão de gestão de fortunas da JGP, elevando ativos para R$ 120 bilhões. A transação, que não teve o valor divulgado, reforça a estratégia do banco em se tornar o maior gestor de fortunas da América Latina. André Jakurski, cofundador da JGP, assumirá o cargo de chairman do comitê de investimentos do BTG, enquanto a JGP continuará operando de forma independente. A aquisição segue uma série de compras, incluindo a unidade brasileira do Julius Baer e o multifamily office Greytown Advisors. O BTG, que já administra R$ 1 trilhão em ativos, planeja continuar buscando novas aquisições no setor.

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O BTG Pactual anunciou a compra da divisão de gestão de fortunas da JGP Asset Management, que possui R$ 18 bilhões em ativos. Com essa aquisição, o banco aumentará seus ativos na área de family office para cerca de R$ 120 bilhões. André Jakurski, cofundador da JGP, será o chairman do comitê de investimentos do BTG, mas continuará como diretor na JGP, que seguirá operando de forma independente. O BTG já havia adquirido a unidade brasileira do Julius Baer em março, aumentando sua equipe de gestão de fortunas de 450 para mais de 500 funcionários. Rogério Pessoa, responsável pela área de wealth management do BTG, afirmou que o banco pretende continuar comprando multifamily offices que atendam clientes na América Latina. O Citigroup comentou que a aquisição pode ser uma boa estratégia, destacando as habilidades do BTG em alocação de capital, mesmo em um momento de fraqueza no setor de gestão de ativos no Brasil.

O BTG Pactual anunciou a aquisição da divisão de gestão de fortunas da JGP Asset Management, que administra R$ 18 bilhões em ativos. O acordo, que não teve o valor divulgado, visa consolidar a posição do banco como o maior gestor de fortunas da América Latina, elevando seus ativos na área de family office para cerca de R$ 120 bilhões.

André Jakurski, cofundador da JGP, assumirá o cargo de chairman do comitê de investimentos do BTG, mantendo sua posição como diretor na JGP, que continuará operando de forma independente. O BTG já havia adquirido a unidade brasileira do Julius Baer em março, aumentando sua equipe de gestão de fortunas de 450 para mais de 500 funcionários.

Rogério Pessoa, sócio responsável pela área de wealth management do BTG, afirmou que o banco continuará buscando aquisições de multifamily offices que atendam clientes latino-americanos. Ele destacou que a gestão de fortunas requer crescimento e escala, o que pode ser caro.

O Citigroup avaliou que a aquisição pode ser positiva do ponto de vista estratégico, ressaltando as habilidades de alocação de capital do BTG. Apesar da recente fraqueza no setor de gestão de ativos no Brasil, o BTG se prepara para aproveitar futuras oportunidades quando os mercados de ações se aquecerem novamente.

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