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Apple busca alternativas no Brasil para enfrentar tarifas de Donald Trump e diversificar produção

Apple considera o Brasil como alternativa para produção de iPhones, mas incertezas sobre tarifas nos EUA podem complicar a estratégia.

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A Apple está considerando o Brasil como uma nova opção para produzir iPhones, já que as tarifas de Donald Trump estão afetando sua produção na China, onde 87% dos aparelhos são feitos. O CEO Tim Cook busca maneiras de reduzir custos e analistas, como Daniel Ives, acreditam que a montagem no Brasil poderia ajudar, pois a empresa só precisaria importar componentes. Recentemente, a Apple recebeu uma isenção temporária de tarifas para eletrônicos nos EUA, mas essa isenção dura apenas dois meses. As ações da empresa subiram 2% após o anúncio, mas ainda há incertezas, já que tarifas muito altas poderiam fazer o preço de um iPhone básico ultrapassar US$ 2 mil. Desde que foi lançado em 2007, o iPhone representa 55% da receita anual da Apple, que é de US$ 400 bilhões. Qualquer problema na cadeia de suprimentos pode causar grandes perdas para a empresa, que se tornou a maior do mundo sob a liderança de Tim Cook.

A Apple pode considerar o Brasil como uma alternativa para mitigar os impactos das tarifas impostas por Donald Trump, que afetam sua produção na China, onde 87% dos iPhones são fabricados. O CEO Tim Cook busca soluções para evitar os custos elevados decorrentes da política econômica dos EUA.

Analistas, como Daniel Ives, da consultoria WedBush, afirmam que o Brasil pode se tornar um novo ponto de produção para a Apple. A montagem local poderia reduzir custos, já que a empresa precisaria apenas importar componentes da China e de outros países asiáticos. Aumentar a produção no Brasil ajudaria a diversificar a cadeia de suprimentos.

Recentemente, a Apple recebeu uma isenção temporária de tarifas para eletrônicos nos EUA, mas essa medida é válida apenas por dois meses. A empresa viu suas ações subirem 2% após o anúncio, mas ainda enfrenta incertezas, já que tarifas superiores a 100% poderiam elevar o preço de um modelo básico de iPhone para mais de US$ 2 mil.

Desde o lançamento do iPhone em 2007, o produto representa 55% da receita anual da Apple, que totaliza US$ 400 bilhões. Um impacto na cadeia de suprimentos pode resultar em perdas significativas para a empresa, que se consolidou como a maior do mundo sob a liderança de Tim Cook.

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