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Açaí se torna símbolo de alta nos preços durante a COP30 em Belém devido à seca e demanda crescente

A seca de 2024 impacta a produção de açaí no Pará, elevando preços em até 20% e afetando consumidores locais durante a COP30.

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A COP30 vai acontecer em Belém em novembro e deve atrair até 50 mil pessoas, aumentando a demanda por produtos locais como o açaí. A produção da fruta caiu 30% por causa da seca de 2024, o que fez os preços subirem até 20% desde dezembro. Em fevereiro, o litro do açaí custou 11% a mais do que no mesmo mês do ano passado. O dono do Açaí Point, Nazareno Alves, informou que o preço do paneiro de açaí, que tem 14 quilos, chegou a R$ 150, comparado a R$ 100 na última entressafra. A seca também afetou a produção de castanha, outro produto importante do Pará. Nazareno mencionou que a falta de açaí local faz com que o produto chegue de outras regiões a preços altos. Ele espera vender 50 toneladas durante a COP30, mas acredita que os preços continuarão altos devido à oferta e demanda. O professor Hervé Rogez, da Universidade Federal do Pará, disse que a produção de açaí cresce 7% ao ano, mas os preços devem ficar acima do normal. Ele também se preocupa com a insegurança alimentar das pessoas que dependem do açaí. O governo do Pará planeja ações para garantir boas práticas no manejo da fruta durante a conferência.

A COP30, que ocorrerá em Belém em novembro, deve atrair até 50 mil participantes, elevando a demanda por produtos locais, como o açaí. A produção da fruta caiu 30% devido à seca de 2024, resultando em um aumento de preços de até 20% desde dezembro.

Os participantes da conferência enfrentarão preços mais altos para o açaí, que já é um símbolo do Pará. Em fevereiro, o litro da fruta custou 11% a mais do que no mesmo mês de 2024. O dono do Açaí Point, Nazareno Alves, relatou que o preço do paneiro de açaí, que corresponde a 14 quilos, chegou a R$ 150,00, comparado a R$ 100,00 na última entressafra.

A seca histórica impactou não apenas o açaí, mas também a produção de castanha, outro produto emblemático do Pará. Nazareno destacou que a escassez de açaí local faz com que o produto chegue de outras regiões a preços elevados. Ele estima vender 50 toneladas durante a COP30, mas alerta que os preços continuarão altos devido à lei da oferta e da demanda.

O professor da Universidade Federal do Pará, Hervé Rogez, afirmou que a produção anual de açaí tem crescido 7%, mas os preços devem permanecer acima do normal. Ele também expressou preocupação com a insegurança alimentar entre as populações locais, que dependem do açaí como base de sua alimentação. O governo do Pará planeja ações de monitoramento para garantir boas práticas no manejo da fruta durante a conferência.

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