A dívida da Venezuela com o Brasil aumentou para 1,77 bilhão de dólares nos primeiros meses de 2024, com um crescimento de 53 milhões de dólares apenas no primeiro trimestre. Em dezembro de 2023, o valor era de 1,71 bilhão de dólares e, em maio de 2023, quando o presidente Nicolás Maduro visitou o Brasil, a dívida era de 1,27 bilhão de dólares. As negociações para reprogramar o pagamento começaram em julho de 2023, mas não avançaram. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que o objetivo das reuniões era reprogramar o pagamento. Apesar disso, a dívida cresceu para 1,6 bilhão de dólares em maio de 2024 e aumentou em 75 milhões de dólares até julho. De agosto a dezembro de 2023, o montante subiu em 39,7 milhões de dólares. Atualmente, a dívida equivale a 10,37 bilhões de reais. A situação financeira da Venezuela e a falta de progresso nas negociações são preocupações para o governo brasileiro e para as empresas envolvidas.
A negociação da dívida da Venezuela com o Brasil enfrenta dificuldades, com o valor do débito aumentando. Em março de 2024, a dívida alcançou 1,77 bilhão de dólares, um crescimento de 53 milhões de dólares apenas no primeiro trimestre. O montante inclui juros de mora e foi atualizado pelo Ministério da Fazenda.
No final de dezembro de 2023, a dívida era de 1,71 bilhão de dólares. Em comparação, em maio de 2023, quando o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi recebido por Luiz Inácio Lula da Silva, o valor era de 1,27 bilhão de dólares. As negociações para reprogramação do pagamento começaram em julho de 2023, mas não avançaram.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o objetivo das reuniões era “reprogramar o pagamento”. Apesar disso, a dívida cresceu para 1,6 bilhão de dólares em maio de 2024 e aumentou em 75 milhões de dólares até julho. De agosto a dezembro de 2023, o montante subiu em 39,7 milhões de dólares.
Atualmente, a dívida representa um rombo de 10,37 bilhões de reais na cotação atual. A situação financeira da Venezuela e a falta de progresso nas negociações continuam a ser preocupações para o governo brasileiro e para as empresas envolvidas nas operações de financiamento.
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