O perfil dos conselheiros de administração no Brasil mudou bastante na última década. Em 2024, 60% dos conselheiros são independentes e 20% são mulheres, mostrando uma evolução nas práticas de governança. Uma pesquisa da consultoria Korn Ferry, que analisou mais de 100 grandes empresas, revelou que a remuneração anual desses conselheiros pode ultrapassar R$ 1 milhão. A presença de conselheiros independentes quase dobrou desde 2014, quando era de 35%. Jorge Maluf, da Korn Ferry, explica que a abertura de capital das empresas trouxe novas exigências, como mais diversidade de gênero. O número de mulheres nos conselhos aumentou de 7% para 20% no mesmo período, embora ainda esteja abaixo de países como os EUA e a Europa. Além disso, o número de presidentes independentes subiu de 27 para 34 em um ano, refletindo a necessidade de habilidades diversificadas para enfrentar questões atuais, como transição energética e transformação digital. A remuneração dos conselheiros se tornou mais relevante, com 25% das empresas com receita líquida acima de R$ 30 bilhões pagando mais de R$ 1,1 milhão por ano a esses profissionais. A profissionalização dos conselhos está criando um mercado competitivo, onde a remuneração reflete a contribuição esperada desses conselheiros.
O perfil dos conselheiros de administração no Brasil passou por uma transformação significativa na última década. Em 2024, 60% dos conselheiros são independentes e 20% são mulheres, refletindo uma mudança nas práticas de governança corporativa. A pesquisa da consultoria Korn Ferry, que mapeou mais de 100 grandes empresas, revela que a remuneração anual desses conselheiros pode ultrapassar R$ 1 milhão.
O aumento da presença de conselheiros independentes, que em 2014 era de 35%, quase dobrou em dez anos. Jorge Maluf, líder da prática de serviços para conselhos da Korn Ferry, destaca que a abertura de capital das empresas trouxe novas exigências de governança, incluindo maior diversidade de gênero. O número de mulheres nos conselhos cresceu de 7% para 20% entre 2014 e 2024, embora ainda esteja abaixo de mercados como os dos EUA e Europa.
Além disso, a pesquisa mostrou um aumento no número de presidentes independentes, que subiu de 27 para 34 em um ano. Essa mudança reflete a necessidade de conselheiros com habilidades diversificadas para lidar com questões contemporâneas, como transição energética e transformação digital. Maluf afirma que o perfil tradicional de conselheiro não atende mais às demandas atuais.
A remuneração dos conselheiros também se tornou uma preocupação crescente. Em 2024, 25% das empresas com receita líquida acima de R$ 30 bilhões pagavam mais de R$ 1,1 milhão por ano a conselheiros independentes. O estudo indica que a profissionalização dos conselhos está criando um mercado competitivo, onde a remuneração reflete a contribuição esperada desses profissionais.
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