A Argentina começou hoje a acabar com o controle cambial, uma medida exigida pelo FMI para liberar um empréstimo de 20 bilhões de dólares. O país agora permitirá que o peso flutue entre 1.000 e 1.400 pesos. O ministro da Economia, Luis Caputo, disse que não se preocupa com a volatilidade do dólar no início, pois confia no plano. Espera-se que o peso desvalorize inicialmente, o que pode ajudar a aumentar as exportações e trazer mais dinheiro para o país. Depois disso, o governo acredita que a moeda se estabilizará com um controle fiscal e monetário rigoroso. Amanhã, a Argentina receberá a primeira parte do empréstimo do FMI, totalizando 12 bilhões de dólares, e, com outros aportes, o país deve ter mais de 23 bilhões de dólares este ano. O FMI prevê que a economia argentina cresça 5,5% em 2023, com inflação entre 18% e 23%. O acordo com o FMI inclui metas de superávit e reformas em áreas como trabalho e previdência, que devem ser feitas após as eleições de novembro.
A Argentina inicia hoje o fim do controle cambial, uma medida exigida pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) para liberar um empréstimo de US$ 20 bilhões. O país adotará um regime de bandas cambiais, permitindo que o peso flutue entre 1.000 e 1.400 pesos. O ministro da Economia, Luis Caputo, minimizou as preocupações sobre a volatilidade inicial do dólar, afirmando que o governo está confiante na sustentabilidade do plano.
A expectativa é que o peso sofra uma desvalorização inicial, o que pode estimular a liquidação de operações de exportadores e a entrada de divisas. O governo projeta que, após essa fase, o valor da moeda se estabilize em um contexto de âncora fiscal firme e controle monetário rigoroso, conforme delineado no plano econômico de Javier Milei.
No dia seguinte à implementação do novo regime, a Argentina receberá a primeira parcela do empréstimo do FMI, totalizando US$ 12 bilhões. Com a inclusão de aportes de outras instituições, o país deve contar com mais de US$ 23 bilhões em 2023. O governo espera que, ao final do processo, o peso se valorize, alcançando o piso da banda cambial.
O FMI prevê um crescimento de 5,5% para a Argentina este ano, com inflação variando entre 18% e 23%. As metas acordadas incluem um superávit primário de 1,3% do PIB e uma inflação de 7,5% ao ano até 2027. O acordo também contempla reformas em áreas como legislação trabalhista e previdência, a serem implementadas após as eleições de novembro.
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