O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou tarifas de 10% sobre produtos do Vietnã, após uma proposta inicial de 46%. Essa decisão, que começou a valer em 9 de abril, pode afetar a economia do Vietnã, que já tem um superávit comercial grande com os EUA. O país recebeu cerca de 18,5 bilhões de dólares em investimento estrangeiro direto, e seu superávit comercial com os EUA foi de aproximadamente 123,5 bilhões de dólares em 2024. Especialistas afirmam que o Vietnã é vulnerável a essas tarifas, que são uma resposta ao seu superávit. Além disso, parte das exportações do Vietnã para os EUA pode incluir produtos chineses que foram redirecionados para evitar tarifas mais altas. Um estudo da Harvard Business School mostra que 16% do aumento na produção do Vietnã pode ser devido a essa prática. Analistas acreditam que as empresas podem mudar suas cadeias de suprimento internacionais por causa das tarifas mais altas, descrevendo essa situação como um jogo global em que países tentam evitar penalidades comerciais.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou tarifas de 10% sobre produtos do Vietnã, após uma proposta inicial de 46%. Essa decisão, que entrou em vigor em 9 de abril, pode impactar a economia vietnamita, que já possui um superávit comercial significativo com os EUA.
O Vietnã recebeu cerca de R$ 18,5 bilhões em investimento estrangeiro direto, conforme dados do Banco Mundial. O superávit comercial do país com os EUA foi de aproximadamente R$ 123,5 bilhões em 2024. Especialistas alertam que o Vietnã é vulnerável a essas tarifas, que são uma resposta ao seu superávit comercial.
A crescente exportação do Vietnã para os EUA pode incluir produtos chineses que foram redirecionados para evitar tarifas mais altas. Um estudo da Harvard Business School indica que 16% do aumento na atividade manufatureira do Vietnã pode ser atribuído a essa prática de rerouting.
Analistas afirmam que as empresas podem reconfigurar suas cadeias de suprimento internacionais em resposta a tarifas mais altas. O especialista Cullen Hendrix descreve essa situação como um jogo de “whack-a-mole” global, onde países tentam evitar penalidades comerciais.
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