As prefeituras brasileiras estão gastando mais com pessoal do que os estados. Desde 2019, os gastos municipais aumentaram 17,6%, enquanto os estaduais cresceram apenas 2,9%. Em 2024, as prefeituras gastaram em média R$ 138,2 bilhões por trimestre, enquanto os estados gastaram R$ 132,8 bilhões. O economista Bráulio Borges aponta que o aumento dos gastos municipais é seis vezes maior que o dos estados. Um dos motivos para esse crescimento é a valorização do salário mínimo, que afeta muitos funcionários municipais. Além disso, o piso salarial dos professores teve um aumento significativo, passando de R$ 950 em 2008 para R$ 4.867,77 em 2025. A Confederação Nacional dos Municípios alerta os prefeitos a serem cautelosos com esses reajustes para evitar problemas financeiros. Outro fator que contribui para o aumento dos gastos é a contratação de novos funcionários. Em 2022, o número de trabalhadores municipais subiu para 7,1 milhões, com um aumento de 290 mil comissionados e 314 mil temporários. Enquanto isso, os estados estão reduzindo o número de empregados, mas também estão concedendo aumentos salariais, o que pode piorar a situação fiscal.
As prefeituras brasileiras aumentaram seus gastos com pessoal, superando os estados na liderança desse tipo de despesa. Desde 2019, os gastos municipais cresceram 17,6%, enquanto os estaduais tiveram um aumento de apenas 2,9%. Essa escalada se deve à contratação de mais funcionários e a reajustes salariais, especialmente para professores.
Em 2024, as prefeituras gastaram em média R$ 138,2 bilhões por trimestre com remunerações, enquanto os estados registraram R$ 132,8 bilhões. O economista Bráulio Borges, da LCA 4intelligence, destaca que a expansão dos gastos municipais é cerca de seis vezes maior que a dos estados. No governo federal, os gastos com pessoal caíram 16% no mesmo período.
Um fator que contribui para esse aumento é a valorização do salário mínimo, que impacta muitos funcionários municipais. Além disso, o piso salarial dos professores, que segue regras específicas de correção, teve um aumento significativo, passando de R$ 950 em 2008 para R$ 4.867,77 em 2025, um crescimento de 412,4%. A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) alerta que os prefeitos devem ter cautela com esses reajustes para evitar desequilíbrios financeiros.
A contratação de novos funcionários também tem sido uma prática comum nas prefeituras. Em 2022, o número de trabalhadores municipais subiu para 7,1 milhões, com um aumento de 290 mil comissionados e 314 mil temporários. Enquanto isso, os estados enfrentam uma redução no número de empregados, mas também concederam reajustes salariais, o que pode agravar a situação fiscal.
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