O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que vai pausar tarifas sobre importações de vários países, exceto a China, para evitar uma guerra comercial. Ele pediu que a União Europeia compre 350 bilhões de dólares em energia americana para ajudar a reduzir o déficit comercial dos EUA, que foi de 235,6 bilhões de dólares em 2024. Trump afirmou que a Europa precisa do gás dos EUA e que isso poderia eliminar rapidamente o superávit comercial europeu. Japão e Coreia do Sul podem enfrentar tarifas de 24% e 25%, respectivamente, se não fecharem acordos com os EUA. O secretário do Tesouro, Scott Bessent, mencionou que um investimento em um projeto de gás natural liquefeito no Alasca poderia ser uma solução para esses países. O projeto, que custará mais de 40 bilhões de dólares, visa aumentar as exportações de energia dos EUA. A União Europeia já é um grande comprador de gás natural liquefeito, representando 39% das exportações americanas em 2024, seguida por Japão e Coreia do Sul.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou uma pausa nas tarifas recíprocas para países, exceto a China, visando evitar uma guerra comercial global. A medida permite que nações negociem acordos bilaterais com os EUA para evitar tarifas que podem chegar a 20%.
Trump exigiu que a União Europeia compre $350 bilhões em energia americana para reduzir o déficit comercial, que foi de $235,6 bilhões em 2024. O presidente afirmou que a Europa precisa do gás dos EUA e que isso poderia eliminar rapidamente o superávit comercial europeu.
Japão e Coreia do Sul enfrentam tarifas de 24% e 25%, respectivamente, se não firmarem acordos com os EUA. O secretário do Tesouro, Scott Bessent, mencionou a possibilidade de um investimento em um projeto de gás natural liquefeito (LNG) no Alasca como uma alternativa para esses países.
O projeto de LNG do Alasca, que custará mais de $40 bilhões, visa aumentar as exportações de energia dos EUA. A União Europeia já é um grande comprador de LNG, representando 39% das exportações americanas em 2024, seguida por Japão e Coreia do Sul.
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