As ações da Petrobras caíram para o menor valor em dois anos, com uma queda de 6,5% na quinta-feira e mais 1% na sexta-feira, sendo negociadas a pouco mais de 30 reais. Essa desvalorização é causada pela queda dos preços do petróleo, que está a 63 dólares por barril. O cenário é influenciado pela política de tarifas de importação dos Estados Unidos e pelo aumento do risco de recessão global, que pode diminuir a demanda por petróleo. No Brasil, os preços da gasolina já estão 7% acima da média internacional. Analistas alertam que essa situação pode afetar a distribuição de dividendos da empresa, apesar de sua dívida estar sob controle. A incerteza no setor gera preocupação entre os investidores, pois a continuidade da queda nos preços do petróleo pode prejudicar a situação financeira da Petrobras.
As ações da Petrobras atingiram seu menor valor de mercado em dois anos nesta sexta-feira, 11. Após uma queda de 6,5% na quinta-feira, 10, os papéis recuaram mais 1% hoje, sendo negociados a pouco mais de R$ 30,00 por ação. A desvalorização é impulsionada pela queda dos preços do petróleo no mercado internacional, com o barril do tipo brent cotado a 63 dólares.
A situação é reflexo da política de tarifas de importação do presidente americano Donald Trump e do aumento do risco de recessão global, que pode reduzir a demanda por petróleo. No Brasil, os preços da gasolina já estão 7% acima da paridade internacional, o que representa um acréscimo de 20 centavos por litro.
Analistas da Genial Investimentos alertam que esse cenário pode impactar a distribuição de dividendos da Petrobras. Eles indicam que, apesar do endividamento da empresa estar sob controle, o preço futuro do brent influenciará a decisão sobre dividendos extraordinários. A incerteza no setor de petróleo levanta preocupações entre os investidores.
O mercado observa atentamente os desdobramentos, já que a Petrobras é uma das principais empresas do Brasil. A continuidade da queda nos preços do petróleo pode agravar ainda mais a situação financeira da estatal e afetar sua capacidade de remunerar acionistas.
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