A partir de 12 de novembro, a passagem do Metrô Rio vai subir de R$ 7,50 para R$ 7,90, um aumento de 5,33% que foi autorizado pela Agetransp. Com isso, o metrô do Rio se tornará o mais caro do Brasil, superando Brasília, onde a tarifa é de R$ 5,50. A tarifa social continuará em R$ 5 para quem usa o Bilhete Único Intermunicipal e tem renda de até R$ 3.205,20. A empresa que administra o metrô explicou que o aumento é devido ao fato de que o Rio é a única cidade sem apoio financeiro do governo, enquanto em outros lugares mais da metade do custo é subsidiado. O governo do estado está pensando em um programa chamado Tarifa-RJ para ajudar a diminuir o preço das passagens, mas por enquanto, os usuários terão que pagar o novo valor. O reajuste segue o contrato de concessão, que é baseado na inflação dos últimos 12 meses. Esse aumento pode deixar os usuários insatisfeitos, especialmente em tempos de dificuldades financeiras.
A partir de 12 de novembro, a tarifa do Metrô Rio aumentará de R$ 7,50 para R$ 7,90, um reajuste de 5,33% autorizado pela Agetransp. Com isso, o metrô carioca se tornará o mais caro do Brasil, superando Brasília, onde a passagem custa R$ 5,50. A tarifa social permanecerá em R$ 5 para usuários do Bilhete Único Intermunicipal com renda de até R$ 3.205,20.
A concessionária justificou o aumento pelo fato de o Rio ser a única cidade sem subsídio governamental, enquanto em outras localidades mais de 50% do custo é coberto por subsídios. O governo do estado está analisando a implementação do programa Tarifa-RJ, que visa ajudar a reduzir o valor das passagens, mas até o momento, os usuários terão que arcar com o novo preço.
O reajuste segue o contrato de concessão, que é baseado no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) dos últimos 12 meses. A medida tem gerado descontentamento entre os usuários, que já enfrentam dificuldades financeiras.
A expectativa é que a nova tarifa impacte a demanda pelo transporte público na cidade, levando a um aumento na insatisfação dos usuários. A concessionária e o governo do estado devem acompanhar de perto as reações e possíveis consequências desse aumento.
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