Os títulos do Tesouro dos Estados Unidos, que sempre foram vistos como seguros, estão enfrentando problemas por causa de incertezas políticas e medo de riscos. A situação piorou com a guerra comercial do ex-presidente Donald Trump, fazendo com que esses títulos fossem considerados mais arriscados. Isso está fazendo as taxas de hipoteca subirem rapidamente. Recentemente, a China começou a vender títulos lastreados em hipotecas dos EUA, reduzindo suas participações em 20% em dezembro. O Japão também diminuiu suas participações. Essa venda em massa pode aumentar ainda mais as taxas de hipoteca e prejudicar o já frágil mercado imobiliário americano. No final de janeiro, países estrangeiros tinham US$ 1,32 trilhão em títulos lastreados em hipotecas, o que representa 15% do total. A venda desses ativos pode aumentar os spreads e, consequentemente, as taxas de hipoteca, afetando um setor que já lida com altos preços e baixa confiança do consumidor. O Federal Reserve, que é um dos maiores detentores desses títulos, está permitindo que eles saiam gradualmente de sua carteira, o que pode aumentar a incerteza no mercado. Durante a pandemia, o Fed comprava esses títulos para ajudar a estimular o crédito, mas agora a situação é diferente, e muitos compradores estão inseguros por causa da instabilidade financeira.
Os títulos do Tesouro dos Estados Unidos, tradicionalmente vistos como seguros, estão enfrentando desafios significativos devido a incertezas políticas e à aversão ao risco. A pressão aumentou após a ofensiva comercial do ex-presidente Donald Trump, fazendo com que esses ativos fossem tratados como de risco. Essa mudança impacta diretamente as taxas de hipoteca, que estão subindo rapidamente.
Recentemente, a China começou a reduzir suas participações em títulos lastreados em hipotecas (MBS) dos EUA, com uma queda de 20% em dezembro em relação ao ano anterior. O Japão também registrou uma diminuição em suas participações. Essa liquidação em massa pode elevar ainda mais as taxas de hipoteca, agravando a fragilidade do mercado imobiliário americano.
No final de janeiro, países estrangeiros detinham US$ 1,32 trilhão em MBS, representando 15% do total em circulação. A venda acelerada desses ativos pode resultar em spreads mais amplos, o que eleva as taxas de hipoteca e pressiona ainda mais um setor já afetado por altos preços e baixa confiança do consumidor.
O Federal Reserve (Fed) está permitindo que os MBS saiam gradualmente de sua carteira, o que pode intensificar a incerteza no mercado. Durante a pandemia, o Fed havia adotado uma postura oposta, comprando MBS para estimular o crédito. A atual situação exige atenção, pois muitos potenciais compradores estão hesitantes devido à instabilidade financeira.
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