O preço do diesel S-10 caiu 0,8%, ou R$ 0,07 por litro, na segunda semana após a redução de 4,6% anunciada pela Petrobras, com o preço médio agora em R$ 6,33 por litro. Essa queda foi menor do que a esperada, que era de R$ 0,15. A gasolina não teve mudanças desde julho e continua com preço médio de R$ 6,32 por litro, enquanto o etanol se manteve estável a R$ 4,27 por litro. A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, fez o anúncio da redução pouco antes de um comunicado oficial. A queda nos preços internacionais do petróleo, após tarifas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, influenciou a decisão da Petrobras de não fazer novos ajustes. Atualmente, o diesel da Petrobras tem um prêmio de R$ 0,14 por litro em relação ao mercado internacional, e a gasolina apresenta uma diferença maior, de R$ 0,19. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, pediu uma nova análise dos preços, mas a Petrobras decidiu esperar pela estabilização do mercado.
O preço do diesel S-10 nos postos brasileiros caiu 0,8%, equivalente a R$ 0,07 por litro, na segunda semana após a redução de 4,6% anunciada pela Petrobras. O preço médio do combustível é de R$ 6,33 por litro, mas o repasse foi menor do que o esperado, que era de R$ 0,15.
Desde julho, a gasolina não sofreu alterações e permanece com preço médio de R$ 6,32 por litro. O etanol também se manteve estável, custando R$ 4,27 por litro. A Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) reportou que a gasolina não teve variação em relação à semana anterior.
O anúncio da redução do diesel foi feito pela presidente da Petrobras, Magda Chambriard, pouco antes de um comunicado oficial. A queda nas cotações internacionais do petróleo, após o anúncio de tarifas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, influenciou a decisão da estatal de não ajustar os preços imediatamente.
Atualmente, o diesel vendido pela Petrobras apresenta um prêmio de R$ 0,14 por litro em relação ao mercado internacional, enquanto a gasolina tem uma diferença maior, de R$ 0,19. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, pediu uma nova análise dos preços, mas a Petrobras optou por aguardar a estabilização do mercado.
Entre na conversa da comunidade