O consumo de café nos Estados Unidos chegou a 67% da população, o maior número em 20 anos, segundo a Associação Nacional de Café. Esse aumento acontece em um momento de preocupação com a crise climática e o aumento dos preços do café. Uma tarifa de 10% sobre a importação de grãos, anunciada por Donald Trump, pode aumentar ainda mais os custos para os consumidores, afetando principalmente o Brasil e a Colômbia, que são grandes exportadores. Para lidar com essa situação, pesquisadores da Universidade da Pensilvânia publicaram um estudo que busca maneiras de manter a qualidade do café usando menos grãos. Essa pesquisa é uma resposta à necessidade de se adaptar às mudanças de preços e à acessibilidade do café para os consumidores.
O consumo de café nos Estados Unidos atingiu 67% da população, o maior índice em 20 anos, segundo pesquisa da Associação Nacional de Café (NCA). O aumento do consumo ocorre em meio a preocupações com a crise climática e o crescimento dos preços das sacas de café.
A tarifa de 10% imposta por Donald Trump sobre a importação de grãos de café, anunciada em abril, deve elevar ainda mais os custos para os consumidores americanos. Os principais países afetados incluem Brasil e Colômbia, que são grandes exportadores da bebida.
Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia publicaram um estudo na revista Physics of Fluids, buscando maneiras de manter a qualidade do café utilizando menos grãos. A pesquisa visa otimizar a extração, respondendo à necessidade de adaptação diante do aumento de preços.
O cenário atual levanta preocupações sobre a acessibilidade do café para os consumidores. Com a combinação de tarifas e mudanças climáticas, o futuro do consumo da bebida nos Estados Unidos pode enfrentar desafios significativos.
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