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Café moído registra alta de 77,78% em um ano e deve continuar caro em 2025

Café moído no Brasil enfrenta alta de preços, com aumento de 30% em 2025 e safra de 2026 prometendo recuperação. Consumo cresce, mas per capita cai.

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O preço do café moído no Brasil subiu 77,78% nos últimos doze meses até março, de acordo com o IBGE. Para 2025, a previsão é de um aumento de 30%, com uma alta de 8% apenas em março. Esse aumento é resultado da quebra de safra no Vietnã e do aumento dos custos de compra do grão. A safra de 2025 deve ser 4,4% menor, com estimativa de 51,8 milhões de sacas. Apesar da queda de 2,22% no consumo per capita, o consumo total de café no Brasil cresceu 1,1% entre janeiro e outubro de 2024, pois muitos consumidores estocam o produto.

O clima adverso, com altas temperaturas e secas, prejudicou a produção, levando os agricultores a adotar técnicas como o “esqueletamento” das lavouras para melhorar a safra futura. O Brasil também está se beneficiando de novos mercados, como a China, que aumentou suas importações de café brasileiro em 17% ao ano. A logística de exportação enfrenta desafios, como novos caminhos devido a conflitos no Oriente Médio, o que eleva os custos. A expectativa é que, se o clima se mantiver estável, a safra de 2026 seja recorde, o que pode ajudar a reduzir os preços. Em 2024, o setor de café faturou R$ 36,82 bilhões, um crescimento de 60,85% em relação a 2023.

O preço do café moído no Brasil continua a subir, com um aumento de 77,78% nos últimos doze meses até março, conforme dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para 2025, a alta é de 30%, e apenas em março, os preços avançaram 8% em relação a fevereiro. A Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) já havia previsto esse aumento, devido à elevação dos custos de compra do grão e à quebra de safra no Vietnã, causada por problemas climáticos.

A safra de 2025 deve ser 4,4% menor, estimada em 51,8 milhões de sacas, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Apesar da queda no consumo per capita de café, que recuou 2,22%, o consumo total no Brasil cresceu 1,1% entre janeiro e outubro de 2024. O diretor da Abic, Celírio Inácio da Silva, destacou que os consumidores tendem a estocar café, o que ajuda a manter a demanda mesmo com os preços elevados.

O clima adverso, com altas temperaturas e secas nas principais regiões produtoras, prejudicou a produção, levando os agricultores a técnicas como o “esqueletamento” das lavouras para garantir uma melhor safra no futuro. O Brasil também se beneficia de novos mercados, como a China, que aumentou suas importações de café brasileiro em 17% ao ano. O aumento da demanda internacional, especialmente em países em desenvolvimento, contrabalança a pressão sobre os preços.

Além disso, a logística de exportação enfrenta desafios, como a necessidade de novas rotas devido a conflitos no Oriente Médio, o que aumenta os custos e o tempo de transporte. A expectativa é que, com um clima mais estável, a safra de 2026 seja recorde, o que poderá impactar positivamente os preços ao consumidor. O setor de café faturou R$ 36,82 bilhões em 2024, um crescimento de 60,85% em relação a 2023, refletindo o potencial de investimento na produção.

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