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Banco Central do Brasil pode ter aumento salarial para presidente em junho de 2025

Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, pode ter seu salário elevado de R$ 18.887,14 para R$ 30 mil com Medida Provisória em tramitação.

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Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central do Brasil, atualmente recebe R$ 18.887,14. Uma Medida Provisória em andamento no Congresso pode aumentar seu salário para cerca de R$ 30 mil. Essa proposta, que busca melhorar os salários de servidores do Poder Executivo Federal, está sendo tratada com urgência e deve ser analisada até junho de 2025. O Banco Central é uma autarquia federal, e seu presidente é escolhido pelo Presidente da República e aprovado pelo Senado. Galípolo foi indicado por Luiz Inácio Lula da Silva e seu mandato vai até 2028. O salário atual é menor do que o que recebiam seus antecessores, como Ilan Goldfajn, que ganhava R$ 30.934,70. A proposta de aumento salarial busca corrigir essa diferença e melhorar a remuneração em cargos de alta responsabilidade. Além do salário, Galípolo contribui para a previdência e paga imposto de renda.

Gabriel Galípolo, atual presidente do Banco Central do Brasil, recebe uma remuneração bruta de R$ 18.887,14. Uma Medida Provisória (MP) em tramitação no Congresso pode elevar seu salário para cerca de R$ 30 mil. A MPV 1286/2024, que visa aumentar os ganhos de servidores públicos do Poder Executivo Federal, está com tramitação urgente e deve ser considerada até junho de 2025.

O Banco Central é uma autarquia federal com autonomia garantida por lei. O presidente e os diretores são escolhidos pelo Presidente da República e aprovados pelo Senado Federal. Galípolo foi indicado por Luiz Inácio Lula da Silva e seu mandato vai até 2028. O salário atual do presidente é inferior ao que foi pago a seus antecessores, como Ilan Goldfajn, que recebia R$ 30.934,70.

Desde que o Banco Central se tornou uma autarquia, o salário do presidente foi reduzido. Roberto Campos Neto, que ocupou o cargo de 2019 a 2024, também recebia R$ 18.887,14. A MP em tramitação busca corrigir essa discrepância e aumentar a remuneração dos cargos em comissão e funções de confiança.

Além do salário, o presidente do BC contribui para o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) e paga Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF). A proposta de aumento salarial reflete a necessidade de adequação das remunerações no serviço público, especialmente em cargos de alta responsabilidade como o da presidência do Banco Central.

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