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Wall Street se torna otimista com o ouro após queda de preços e aumento da demanda

Wall Street se anima com o ouro, prevendo preços de até $3,500 por onça, impulsionados por incertezas econômicas e demanda crescente.

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Wall Street está se mostrando mais otimista em relação ao ouro, especialmente após a queda recente nos preços do metal, que aconteceu depois que o presidente Donald Trump anunciou tarifas recíprocas. A Morgan Stanley destacou o ouro como sua principal escolha entre as commodities e a UBS recomendou que os investidores aproveitem a baixa nos preços. A Deutsche Bank também comentou que a movimentação recente nos preços é um ponto positivo para o ativo.

A Morgan Stanley acredita que o preço do ouro pode chegar a 3.500 dólares por onça até o terceiro trimestre deste ano, especialmente se houver uma recessão nos Estados Unidos, o que geralmente aumenta a procura por ativos seguros. Além disso, a instituição notou um aumento nas compras de ouro por bancos centrais e nos investimentos em fundos de índice, indicando uma demanda crescente.

A UBS atribuiu a recente queda nos preços a fatores técnicos, como a realização de lucros por investidores e vendas forçadas por alguns fundos. A analista Joni Teves mencionou que a isenção de tarifas para o ouro ajudou a aliviar a pressão de acumulação por parte dos investidores americanos, mas ainda existem razões para comprar o ativo, especialmente em tempos de incerteza econômica.

O analista da Deutsche Bank, Michael Hsueh, destacou que a relação entre os preços do ouro e das ações mudou, o que é um sinal importante. Ele observou que o preço do ouro se estabilizou em torno de 3.000 dólares e não caiu junto com os títulos do Tesouro dos Estados Unidos, o que é um bom sinal para o metal precioso.

Wall Street está cada vez mais otimista em relação ao ouro, especialmente após a queda recente nos preços do metal precioso, que ocorreu após a implementação de tarifas recíprocas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A Morgan Stanley destacou o ouro como sua “principal escolha” entre as commodities, enquanto a UBS recomendou aos investidores que “aproveitem a queda nos preços do ouro”. A Deutsche Bank observou que a recente movimentação nos preços do metal é um “ponto positivo” para o ativo.

A Morgan Stanley prevê que os preços do ouro podem alcançar $3.500 por onça até o terceiro trimestre deste ano, considerando um cenário de recessão nos Estados Unidos, que geralmente aumenta a demanda por ativos seguros. A instituição também notou um aumento significativo nas compras de ouro por bancos centrais e nas entradas de fundos de índice (ETFs), o que indica uma demanda fundamental crescente pelo metal.

A UBS, por sua vez, atribuiu a recente queda nos preços do ouro a fatores técnicos, como a realização de lucros por investidores e vendas forçadas por alguns fundos de hedge. A analista Joni Teves afirmou que a isenção de tarifas para o ouro aliviou a pressão de acumulação por parte dos investidores americanos, mas ainda existem razões fundamentais para comprar o ativo, especialmente em um cenário de incertezas econômicas.

O analista da Deutsche Bank, Michael Hsueh, destacou que a correlação negativa entre os preços do ouro e das ações é um desenvolvimento significativo. Ele observou que a estabilização do preço do ouro em torno de $3.000 e sua resistência à queda dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos são fatores que favorecem uma narrativa positiva para o metal precioso.

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