O UBS BB revisou suas expectativas para o setor de serviços públicos, destacando a instabilidade causada pela guerra comercial e as tarifas do governo Trump. O banco vê oportunidades em empresas como Copel, Sabesp e Equatorial, considerando seus fundamentos e potenciais retornos para os acionistas. A Copel, por exemplo, deve ter um rendimento de dividendos de 7% em 2025 e pode se valorizar com a venda de ativos e melhorias na eficiência.
A Sabesp está mudando para um modelo privado, o que traz riscos regulatórios devido a novas regras. A privatização pode trazer melhorias operacionais, mas a empresa enfrenta desafios, incluindo um grande plano de investimentos de R$ 60 bilhões até 2029, que exigirá controle rigoroso de custos.
A Equatorial opera em regiões difíceis, como Maranhão e Amapá, o que aumenta seus riscos. Apesar disso, a empresa tem um bom histórico de adaptação e gestão, melhorando seu desempenho mesmo em situações complicadas.
Por fim, a CPFL é vista como uma opção mais segura, com um rendimento de dividendos de 9% para 2025 e uma taxa interna de retorno de 10,8%. Embora enfrente riscos relacionados a tarifas, a empresa tem um forte histórico de entrega e gestão de projetos, o que aumenta a confiança em sua capacidade de realizar investimentos.
O UBS BB revisou suas perspectivas para o setor de utilities, citando a volatilidade gerada pela guerra comercial e as tarifas do governo Trump. O banco identificou Copel (CPLE6), Sabesp (SBSP3) e Equatorial (EQTL3) como oportunidades promissoras, considerando seus fundamentos e potenciais retornos aos acionistas. A Copel, por exemplo, apresenta um rendimento de dividendos de sete por cento para 2025, com possibilidades de valorização através da venda de ativos e melhorias na eficiência de custos.
A Sabesp está em um momento de transição para um modelo privado, o que traz riscos regulatórios elevados devido a mudanças na estrutura de concessão. O UBS destaca que a privatização pode desbloquear melhorias operacionais e ganhos de eficiência, mas a empresa enfrenta desafios significativos, incluindo um plano de investimentos de R$ 60 bilhões até 2029. A execução desse plano exigirá disciplina e controle de custos.
A Equatorial opera em regiões desafiadoras, como Maranhão e Amapá, o que eleva seus riscos regulatórios e de execução. A empresa tem um histórico de engajamento institucional, mas enfrenta a complexidade de aquisições e reestruturações. Apesar disso, seu modelo de gestão tem mostrado eficácia em melhorar indicadores de desempenho, mesmo em condições adversas.
Por fim, a CPFL (CPFE3) é vista como uma opção mais cautelosa, com um rendimento de dividendos de nove por cento para 2025 e taxa interna de retorno de 10,8 por cento. Embora enfrente riscos regulatórios relacionados à acessibilidade das tarifas, a empresa possui um forte histórico de entrega e gestão de projetos, o que fortalece a confiança em sua capacidade de executar investimentos robustos.
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