Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Santiago Niño Becerra alerta para possível paralisação econômica global no verão

Santiago Niño Becerra alerta para riscos de uma nova paralisação econômica global no verão, caso os aranceles dos EUA se agravem.

0:00
Carregando...
0:00

O economista Santiago Niño Becerra fez um alerta sobre a possibilidade de uma nova paralisação da economia mundial no próximo verão, caso os aranceles impostos pelos Estados Unidos piorem. Em uma entrevista, ele disse que as quedas nas bolsas de valores não são preocupantes e que elas devem se estabilizar e até subir. Niño Becerra explicou que a economia global depende muito do comércio entre os países e que isso pode ser visto de diferentes formas. Ele usou a Alemanha como exemplo, que exporta para os Estados Unidos, mesmo com as reclamações do ex-presidente Donald Trump sobre o déficit comercial. O economista também mencionou que os Estados Unidos têm um superávit na balança de serviços, que muitas vezes não é discutido. Segundo ele, a força econômica dos Estados Unidos está ligada ao dólar, que é amplamente aceito no mundo. Se o país perder poder, isso não é desejado. Por fim, ele destacou que, se a situação dos aranceles não melhorar, a economia mundial pode enfrentar problemas semelhantes aos da pandemia de Covid-19, e que a China é a principal beneficiária do cenário atual.

O economista Santiago Niño Becerra fez um alerta sobre a possibilidade de uma nova paralisação da economia mundial no próximo verão, caso a situação dos aranceles impostos pelos Estados Unidos se agrave. Em uma entrevista à TV3, ele afirmou que as quedas nas bolsas de valores não são motivo de grande preocupação, prevendo uma estabilização e eventual recuperação.

Niño Becerra destacou que a economia global depende fortemente do comércio internacional e que a situação atual pode ser interpretada de diferentes maneiras. Ele citou o exemplo da Alemanha, que, devido à sua capacidade produtiva, exporta para os Estados Unidos, mesmo diante das queixas do ex-presidente Donald Trump sobre o déficit comercial do país.

O economista também mencionou que os Estados Unidos possuem um superávit significativo na balança de serviços, que não é frequentemente abordado nas discussões sobre comércio. Segundo ele, a manutenção do poder econômico dos Estados Unidos está atrelada ao dólar, que é amplamente aceito globalmente, e qualquer perda de poder por parte do país não é desejada.

Por fim, Niño Becerra indicou que, se a situação dos aranceles não melhorar, a economia mundial poderá enfrentar desafios semelhantes aos da pandemia de Covid-19. Ele concluiu que, atualmente, a China é a grande beneficiária do cenário econômico global.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais