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Queda nas exportações de genética avícola do Brasil é compensada por aumento na receita

Exportações de genética avícola do Brasil caem em volume, mas receita cresce; México reduz compras enquanto Venezuela e Colômbia aumentam importações.

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As exportações brasileiras de genética avícola, que incluem ovos e pintos de um dia, caíram 35,1% em março de 2025, totalizando 1.777 toneladas. No mesmo mês do ano passado, foram 2.738 toneladas. Apesar da queda no volume, a receita aumentou 18,4%, chegando a 22,3 milhões de dólares. No primeiro trimestre de 2025, a receita foi de 62 milhões de dólares, um crescimento de 7,6% em relação aos 57,6 milhões do ano anterior, mesmo com uma redução de 27,8% no volume, que ficou em 5.668 toneladas. O México foi o principal destino das exportações, com 764 toneladas, uma queda de 29,7% em relação ao ano passado. Outros países, como Senegal e Paraguai, também tiveram quedas, enquanto a Venezuela e a Colômbia aumentaram suas compras, com crescimentos de 148,8% e 70,1%, respectivamente. O presidente da ABPA, Ricardo Santin, comentou que o aumento das compras por países vizinhos é uma tendência que começou no ano passado, especialmente por causa da demanda por pintos de um dia, e que isso deve continuar nos próximos meses.

As exportações brasileiras de genética avícola, que incluem ovos férteis e pintos de um dia, registraram uma queda de 35,1% em volume em março de 2025, totalizando 1.777 toneladas. Em março de 2024, foram embarcadas 2.738 toneladas, conforme dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Apesar da redução no volume, a receita aumentou 18,4%, alcançando US$ 22,3 milhões.

No primeiro trimestre de 2025, a receita total das exportações de genética avícola foi de US$ 62 milhões, um crescimento de 7,6% em relação aos US$ 57,6 milhões do mesmo período em 2024. O volume exportado, no entanto, caiu 27,8%, com 5.668 toneladas embarcadas, comparadas a 7.853 toneladas no ano anterior.

O México se destacou como o principal destino das exportações em março, importando 764 toneladas, uma diminuição de 29,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Outros países, como Senegal e Paraguai, também apresentaram quedas nas importações, enquanto a Venezuela e a Colômbia mostraram crescimento, com aumentos de 148,8% e 70,1%, respectivamente.

Ricardo Santin, presidente da ABPA, afirmou que o aumento das compras por países vizinhos reflete uma tendência observada desde o meio do ano passado, especialmente pela demanda por pintos de um dia, visando fortalecer a produção local com genética avícola brasileira. Ele destacou que essa tendência deve continuar nos próximos meses, reafirmando a confiança na qualidade da genética avícola do Brasil.

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