A Arábia Saudita pode ter um grande problema financeiro, com um déficit orçamentário que pode chegar a 75 bilhões de dólares. Isso acontece porque os preços do petróleo estão caindo, e a demanda está menor. O economista Farouk Soussa, do Goldman Sachs, disse que o país precisa rever seus gastos. Os investimentos aumentaram muito por causa de um plano chamado Vision 2030, que busca diversificar a economia e diminuir a dependência do petróleo. Um dos projetos principais é a construção de uma grande região chamada Neom, que pode custar até 1,5 trilhões de dólares. Além disso, a Arábia Saudita vai sediar eventos importantes, como a Copa do Mundo de 2034 e a Exposição Mundial de 2030.
O Fundo Monetário Internacional afirma que o país precisa que o petróleo esteja acima de 90 dólares por barril para equilibrar seu orçamento. Com a previsão de que o preço fique em 62 dólares, o déficit, que atualmente é de 30,8 bilhões de dólares, pode mais que dobrar. Isso pode levar a mais empréstimos, cortes de gastos e vendas de ativos, como a empresa estatal Saudi Aramco.
Apesar do aumento do déficit, a Arábia Saudita tem uma dívida que representa menos de 30% de sua economia, o que dá espaço para novos empréstimos. No entanto, conseguir vender 75 bilhões de dólares em dívida pode ser difícil. O país tem uma boa classificação de crédito e reservas em moeda estrangeira de 410,2 bilhões de dólares, o que ajuda a lidar com o déficit, mas será necessário usar diferentes estratégias para enfrentar os desafios econômicos.
A Arábia Saudita pode enfrentar um déficit orçamentário de até $75 bilhões devido à queda nos preços do petróleo, conforme previsão do economista Farouk Soussa, do Goldman Sachs. A análise destaca a pressão sobre o reino para revisar seus planos de gastos e medidas fiscais, especialmente em um contexto de demanda reduzida e aumento da oferta de petróleo.
Os gastos do país aumentaram significativamente em função da iniciativa Vision 2030, que visa diversificar a economia e reduzir a dependência do petróleo. Projetos ambiciosos, como a construção da mega-região Neom, estão entre as prioridades, com custos estimados em até $1,5 trilhões. Além disso, a Arábia Saudita se prepara para sediar eventos de grande porte, como a Copa do Mundo de 2034 e a Exposição Mundial de 2030.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que o país precisa de preços do petróleo superiores a $90 por barril para equilibrar seu orçamento. Com a previsão de preços em $62 por barril para o Brent, o déficit orçamentário de $30,8 bilhões pode mais que dobrar. Isso pode resultar em mais empréstimos, cortes de gastos e vendas de ativos, como a estatal Saudi Aramco.
Apesar do aumento do déficit, a Arábia Saudita possui uma relação dívida/PIB abaixo de 30%, o que oferece espaço para novos empréstimos. No entanto, a absorção de $75 bilhões em emissão de dívida pode ser desafiadora no mercado atual. O país mantém uma classificação de crédito sólida e reservas em moeda estrangeira de $410,2 bilhões, o que ajuda na gestão do déficit, mas exigirá uma combinação de estratégias para enfrentar os desafios econômicos.
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