O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, disse que a queda nos preços das commodities vai fazer os alimentos ficarem mais baratos, especialmente carne, óleo de soja e ovos. Ele explicou que isso acontece porque os estoques estão sendo renovados e a demanda por ovos diminuiu após a Páscoa. Fávaro mencionou que os preços da carne já estão caindo tanto nas lojas quanto no atacado e que essa tendência deve se espalhar para outros produtos.
O governo está vendo os resultados de ações que ajudam a aumentar a produção agrícola sem interferir diretamente no mercado. Fávaro acredita que, com essas medidas, os preços dos alimentos continuarão a cair, beneficiando os consumidores. Ele destacou que o foco é aumentar a oferta de alimentos.
Em uma reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, Fávaro falou sobre o Plano Safra 2025-2026, que começará em julho. A prioridade será ajudar pequenos produtores com linhas de crédito a juros baixos, mas isso vai precisar de mais dinheiro do governo devido ao aumento da taxa de juros.
Para os grandes produtores, o ministério está buscando aumentar as opções de crédito atreladas ao dólar, que não custam nada para o governo. Fávaro explicou que esses produtores estão protegidos da alta do dólar porque exportam parte de sua produção. As novas linhas de crédito devem permitir um Plano Safra maior do que o do ano passado, mesmo com a taxa de juros alta.
O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, anunciou que a queda nos preços das commodities deve levar a uma redução adicional nos preços dos alimentos, especialmente na carne, óleo de soja e ovos. Ele destacou que a diminuição dos preços também é influenciada pela renovação dos estoques e pela queda na demanda por ovos após a Páscoa. Fávaro afirmou que os preços da carne bovina já estão em queda tanto no varejo quanto no atacado, prevendo que essa tendência se estenda a outros produtos.
O governo brasileiro está colhendo os resultados de medidas que visam estimular a produção agrícola sem intervenções diretas no mercado. Fávaro expressou confiança de que, com as ações adotadas, os preços dos alimentos continuarão a cair, beneficiando os consumidores. Ele enfatizou que o foco está em aumentar a oferta e a safra nacional.
Em reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, Fávaro discutiu o Plano Safra 2025-2026, que começará em primeiro de julho. A prioridade será a subvenção das linhas de crédito do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), com a intenção de manter os juros em 8% ao ano. No entanto, a manutenção dessa taxa exigirá mais recursos do Tesouro Nacional devido ao aumento da Taxa Selic.
Para os grandes produtores, o ministério está buscando ampliar as linhas de crédito vinculadas ao dólar, que apresentam custo zero para o Tesouro. Fávaro explicou que esses produtores estão protegidos da alta do dólar, pois exportam parte significativa de sua produção. As novas linhas de crédito devem permitir um Plano Safra maior do que o do ano anterior, mesmo com a Selic elevada.
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