A Petrobras vai continuar mudando os preços dos combustíveis sem um cronograma fixo, para não deixar que as oscilações do mercado internacional afetem os preços aqui no Brasil. A empresa também pode mudar sua política de preços por causa de decisões do governo, que é seu acionista principal. Essa informação foi compartilhada em um documento enviado à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que a recente queda no preço do petróleo Brent pode levar a novos cortes nos preços dos combustíveis pela Petrobras. Ele ressaltou que é preciso esperar a estabilidade dos preços antes de fazer qualquer ajuste. Silveira também mencionou que a variação do dólar deve ser considerada, mas o foco é garantir preços mais baixos para os consumidores.
Recentemente, a Petrobras reduziu o preço do diesel em R$ 0,17 por litro, o que representa uma queda de 4,6%. Essa foi a primeira redução desde dezembro de 2023. No entanto, o preço da gasolina não mudou desde um aumento em julho de 2024. A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou que não há previsão de queda nos preços da gasolina por enquanto.
A queda nos preços do petróleo é atribuída a tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e à decisão da Opep+ de aumentar a produção. A Petrobras está mudando sua estratégia comercial e não segue mais a fórmula de paridade de preços internacionais, buscando um equilíbrio entre os mercados nacional e internacional.
A Petrobras informou a investidores que continuará a ajustar os preços dos combustíveis sem uma periodicidade definida, evitando assim a transferência da volatilidade dos preços internacionais para o mercado interno. A empresa também reconhece a possibilidade de mudanças em sua política de preços, influenciadas por ações do governo federal, que é seu acionista controlador. Essa declaração foi feita em um formulário 20-F, apresentado à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, destacou que a recente queda no preço do petróleo Brent pode resultar em novos cortes nos combustíveis pela Petrobras. Ele enfatizou a necessidade de estabilidade nos preços antes de tomar decisões sobre ajustes. Silveira também mencionou que a oscilação do dólar deve ser considerada, mas a prioridade é garantir preços mais baixos para o consumidor.
Recentemente, a Petrobras reduziu o preço do diesel em R$ 0,17 por litro, uma queda de 4,6%, a primeira desde dezembro de 2023. No entanto, a gasolina não teve alterações desde um aumento em julho de 2024. A presidente da estatal, Magda Chambriard, afirmou que não há previsão de queda nos preços da gasolina no momento.
A queda nos preços do petróleo é atribuída às tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e à decisão da Opep+ de aumentar a produção. A Petrobras, ao revisar sua estratégia comercial, deixou de seguir a fórmula de paridade de preços internacionais, buscando um equilíbrio entre os mercados nacional e internacional.
Entre na conversa da comunidade