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Percepção econômica piora entre brasileiros; 55% veem deterioração no cenário atual

Pesquisa Datafolha revela que 55% dos brasileiros percebem piora na economia, refletindo crescente pessimismo sobre o futuro financeiro.

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Uma pesquisa recente do Datafolha mostra que 55% dos brasileiros acham que a economia piorou, um aumento de dez pontos em relação ao último levantamento. A pesquisa foi feita entre 1º e 3 de abril de 2025, logo após a divulgação de uma inflação de 1,31% em fevereiro, a maior para esse mês em mais de 20 anos. Foram ouvidas mais de 3 mil pessoas em 172 cidades, com uma margem de erro de dois pontos percentuais.

A insatisfação é maior entre jovens de 16 a 24 anos, pessoas com renda alta e aqueles que têm até o ensino médio. O número de pessoas que consideram a economia estável caiu de 31% para 23%, enquanto 21% ainda acreditam que a situação vai melhorar. O pessimismo sobre o futuro econômico também aumentou, com 36% dos entrevistados achando que a economia vai piorar.

Sobre a inflação, 62% esperam que os preços subam, mas essa expectativa diminuiu um pouco desde dezembro. A crença de que a inflação vai cair aumentou de 9% para 14%. Quanto ao poder de compra, 37% acreditam que os salários reais vão cair, uma leve melhora em relação ao levantamento anterior.

No mercado de trabalho, 43% esperam que o desemprego aumente, enquanto apenas 21% acreditam que a situação vai melhorar. Apesar de dados que mostram a criação de 431 mil novas vagas formais, a percepção das pessoas continua negativa. A taxa de desemprego subiu para 6,8%, mas ainda é considerada baixa em comparação com a história.

Uma pesquisa do Datafolha, divulgada no último sábado, revela que 55% dos brasileiros percebem uma deterioração na economia, marcando um aumento de dez pontos percentuais em relação ao levantamento anterior, realizado em dezembro. A pesquisa, realizada entre 1º e 3 de abril de 2025, coincide com a divulgação de uma inflação de 1,31% em fevereiro, a maior para o mês em mais de duas décadas. O estudo ouviu 3.054 pessoas em 172 municípios, com margem de erro de dois pontos percentuais.

A pesquisa mostra que a percepção negativa é mais acentuada entre jovens de 16 a 24 anos (61%), pessoas com renda acima de dez salários mínimos (60%) e aqueles que estudaram até o ensino médio (60%). O grupo que considerava a economia estável caiu de 31% para 23%, enquanto os que acreditam em melhora mantiveram-se em 21%. O pessimismo em relação ao futuro econômico também aumentou, com 36% dos entrevistados acreditando que a economia vai piorar.

Em relação à inflação, 62% dos entrevistados esperam alta nos preços, embora essa expectativa tenha diminuído em cinco pontos percentuais desde dezembro. A crença em queda da inflação aumentou de 9% para 14%. Quanto ao poder de compra, 37% acreditam que os salários reais devem cair, uma leve melhora em relação aos 39% do levantamento anterior.

No que diz respeito ao mercado de trabalho, 43% dos entrevistados esperam aumento do desemprego, enquanto apenas 21% acreditam em melhora. Apesar de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) indicarem criação de 431 mil vagas formais no período, a percepção popular continua negativa. A taxa de desemprego, embora tenha subido para 6,8%, permanece em níveis historicamente baixos.

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