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Bernstein rebaixa ações da General Motors devido a tarifas e queda na confiança do consumidor

- A Bernstein rebaixou a GM para "underperform", prevendo queda de 21%. - O preço-alvo foi reduzido de $50 para $35, impactando o mercado. - Novas tarifas de 25% sobre importações afetam negativamente a montadora. - Expectativa de lucros em declínio até 2026 devido a tarifas e sentimento do consumidor. - Ações da GM caíram quase 4% no pré-mercado, acumulando queda de 17% no ano.

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A General Motors (GM) enfrenta novos desafios no mercado automotivo, após a Bernstein rebaixar sua classificação para “underperform” e reduzir o preço-alvo de suas ações de $50 para $35. Essa mudança indica uma expectativa de queda de 21% no valor das ações, impulsionada por tarifas de 25% sobre veículos importados, conforme anunciado pelo ex-presidente Donald Trump.

O analista Daniel Roeska destacou que essas tarifas, juntamente com a diminuição do sentimento do consumidor, devem pressionar as ações da GM. Ele afirmou que a perspectiva para a empresa é desfavorável, sugerindo que a GM pode ter atingido seu pico de desempenho neste ciclo econômico.

Roeska também alertou que, sob interpretações mais rigorosas das tarifas, o impacto financeiro poderia ser ainda mais severo. Ele prevê que a GM poderá reduzir suas orientações financeiras e pausar recompra de ações, buscando conservar caixa em um cenário de lucros em declínio até o segundo trimestre de 2026.

As ações da GM caíram quase 4% no pré-mercado e acumulam uma desvalorização de 17% no ano. O cenário atual sugere que a empresa precisará implementar esforços de mitigação e aguardar uma possível recuperação do sentimento do consumidor para reverter a tendência negativa.

A General Motors (GM) enfrenta novos desafios no mercado automotivo, com a Bernstein rebaixando sua classificação para “underperform” e reduzindo o preço-alvo de suas ações de $50 para $35. Essa previsão sugere uma queda de 21% no valor das ações, impulsionada por tarifas de 25% sobre veículos importados, conforme anunciado pelo ex-presidente Donald Trump.

O analista Daniel Roeska destacou que essas tarifas, combinadas com a diminuição do sentimento do consumidor, pressionarão as ações da GM. Ele afirmou que “a perspectiva para a GM é claramente desfavorável”, refletindo a possibilidade de que a empresa já tenha atingido seu pico de desempenho neste ciclo econômico.

Roeska também mencionou que, sob interpretações mais rigorosas das tarifas, o impacto poderia ser ainda mais severo. Ele prevê que a GM poderá reduzir suas orientações financeiras e pausar recompra de ações, buscando conservar caixa em um cenário de lucros em declínio até o segundo trimestre de 2026.

As ações da GM caíram quase 4% no pré-mercado, acumulando uma desvalorização de 17% no ano. O cenário atual sugere que a empresa precisará implementar esforços de mitigação e aguardar uma possível recuperação do sentimento do consumidor para reverter a tendência negativa.

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