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Fundo oferece crédito acessível para empresários do Rio Grande do Sul após tragédia climática

- Fundo de crédito barato foi criado para ajudar empresários gaúchos afetados. - Empréstimos variam de R$ 10 mil a R$ 200 mil, sem necessidade de garantias. - Modelo de blended finance combina doações e investimentos para juros baixos. - Estímulo planeja expandir para a Amazônia, visando reduzir atividades ilegais. - Inadimplência no fundo é de 8%, com crescimento médio de 38% no faturamento.

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O Rio Grande do Sul passou por uma tragédia climática que resultou em 183 mortes e deixou milhares de desabrigados, mobilizando esforços do governo federal, ONGs e do mercado financeiro para a recuperação da região. Um dos principais esforços é um fundo que oferece crédito acessível a empresários gaúchos afetados, com empréstimos que variam de R$ 10 mil a R$ 200 mil e juros a partir de 0,99% ao mês, sem necessidade de garantias.

O fundo, chamado Retomada RS, é uma extensão do modelo já testado no Estímulo Brasil, que ajudou micro e pequenos empresários durante a pandemia de Covid-19. Desde sua criação, o Estímulo Brasil já emprestou a mais de cinco mil empresas, com uma inadimplência de 8%. O CEO da Estímulo, Vinicius Poit, explicou que o modelo de blended finance (financiamento misto) combina doações e investimentos de impacto, permitindo taxas de juros mais acessíveis.

A Estímulo também planeja expandir suas operações para a Amazônia, visando combater atividades ilegais na região. O novo fundo deve ser lançado antes do meio do ano e busca captar investidores para suas cotas subordinadas. Poit destacou que o crédito para a Amazônia é crucial para a geração de empregos e para evitar que a população recorra a atividades ilícitas.

Apesar do cenário econômico desafiador, com a taxa Selic em 14,25%, a demanda por crédito acessível continua alta. A Estímulo se propõe a ser uma alternativa para empresários que enfrentam dificuldades financeiras, com um processo seletivo rigoroso que aprova apenas cerca de 8% das solicitações. O objetivo é se tornar uma referência global em blended finance, promovendo impacto social positivo enquanto oferece suporte financeiro.

A tragédia climática no Rio Grande do Sul resultou em 183 mortes e deixou milhares de desabrigados, mobilizando esforços do governo federal, ONGs e do mercado financeiro para a recuperação da região. Um dos principais esforços é um fundo que oferece crédito barato a empresários gaúchos afetados, com empréstimos que variam de R$ 10 mil a R$ 200 mil e juros a partir de 0,99% ao mês, sem necessidade de garantias.

O fundo, denominado Retomada RS, é uma extensão do modelo já testado no Estímulo Brasil, que ajudou micro e pequenos empresários durante a pandemia de Covid-19. Desde sua criação, o Estímulo Brasil já emprestou a mais de 5 mil empresas, com uma inadimplência de 8%. O CEO da Estímulo, Vinicius Poit, destacou que o modelo de blended finance (financiamento misto) combina doações e investimentos de impacto, permitindo taxas de juros mais acessíveis.

A Estímulo também planeja expandir suas operações para a Amazônia, visando combater atividades ilegais na região. O novo fundo, que deve ser lançado antes do meio do ano, busca captar investidores para suas cotas subordinadas. Poit enfatizou que o crédito para a Amazônia é crucial para a geração de empregos e para evitar que a população recorra a atividades ilícitas.

Apesar do cenário econômico desafiador, com a taxa Selic em 14,25%, a demanda por crédito acessível continua alta. A Estímulo se propõe a ser uma alternativa para empresários que enfrentam dificuldades financeiras, com um processo seletivo rigoroso que aprova apenas cerca de 8% das solicitações. O objetivo é se tornar uma referência global em blended finance, promovendo impacto social positivo enquanto oferece suporte financeiro.

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